segunda-feira, 31 de dezembro de 2012

A mídia inglesa pode não prestar, já a música

Segue abaixo dois vídeos com ícones da música inglesa. O primeiro á da Enya que muito bem representa os antigos druidas que os ingleses destruiram e o outro é da música progressiva do Pink Floyd.





sábado, 29 de dezembro de 2012

Edu desmascara o PIG inglês

A crítica do Financial Times tinha um motivo que era o de defender o lucro de seus especuladores na ciranda dos juros altos do Brasil e o endereço dessa crítica era para que a Dilma demitisse o Mantega.
Eu fico me perguntando se o Serra tivesse continuado o nefasto reinado de FHC, como estaria o Brasil.
Todos os bancos estatais privatizados e a Petrobrás sendo esfacelada pela Chevron.
Como a Dilma poderia estancar a veia aberta dos juros altos para a especulação financeira com os bancos estatais privatizados?
Para uma melhor compreensão do assunto, leiam abaixo os posts do Eduardo Guimarães e da Carta Maior.

The Economist e Financial Times apoiaram Serra em 2010

Não é de hoje que os governos progressistas que se instalaram no Brasil em 2003 e não saíram mais vêm sendo alvo de dois veículos específicos da imprensa européia, entre a qual são exceções em termos de visão crítica sobre o nosso modelo econômico.
O semanário inglês The Economist, recentemente quase que exigiu a demissão do ministro da Fazenda, Guido Mantega, por ter previsto que o crescimento brasileiro de 2012 seria superior ao que provavelmente será, e o diário Financial Times, também inglês, ridiculariza o ministro e a presidente Dilma também devido ao crescimento modesto da nossa economia neste ano.
O mais impressionante é que esses dois veículos estão entre os grandes defensores do modelo econômico que jogou o país em que estão sediados em uma situação econômica que faz a situação brasileira parecer um êxito muito maior do que de fato é.
Vale registrar, ainda, que a economia britânica mergulha em recessão. No primeiro semestre de 2012, o PIB do Reino Unido registrou a maior contração dos últimos três anos, caindo 0,7 por cento, devendo fechar o ano com recuo de 0,5%.
Como se não bastasse, em novembro foi registrado 8,3% de desempregados na Grã-Bretanha, maior índice registrado desde 1996. Tal nível de desemprego representa quase três milhões de pessoas.
Sim, o PIB brasileiro deve crescer entre um e um e meio por cento neste ano – o resultado dos últimos meses pode surpreender –, mas as condições sociais no país melhoram a cada ano, com nível recorde de população empregada e valorização da massa salarial.
Outro dado que, se não é o que interessa aos investidores, ao menos é o que interessa a 99,99% dos brasileiros: enquanto a pobreza e a desigualdade aumentam no Reino Unido, caem no Brasil.
Por fim, há sinais de reaquecimento na economia brasileira. Poucos negam que devemos crescer entre três e quatro por cento no ano que entra, enquanto que a economia inglesa deve continuar patinando por vários anos, ainda.
Você que quer se posicionar corretamente sobre o caso precisa entender a razão desses veículos para criticarem uma economia que, em termos práticos, está tendo resultados muito melhores que a britânica, guardadas, obviamente, as devidas proporções entre um país e outro.
The Economist e FT dão muito palpite sobre o Brasil porque os britânicos têm muitos interesses e negócios conosco, sobretudo no mercado financeiro, como bem lembrou o ministro Guido Mantega ao comentar que especuladores daquele país costumavam pegar empréstimos a juros baixos em países quebrados, nos quais os juros hoje são quase negativos, e investir o dinheiro aqui, onde as taxas de remuneração do capital eram estratosféricas.
Fica claro, portanto, que tem muito inglês perdendo dinheiro com a política brasileira de acabar com a agiotagem no país.
Aliás, como insinua o enunciado deste texto, a má vontade do jornal e da revista britânicos com Dilma começou antes de ela assumir a Presidência. Na última eleição presidencial, tanto The Economist quanto Financial Times, em editoriais, declararam apoio oficial a José Serra.
Com efeito, não foram só os jornais britânicos que ansiaram pela vitória de Serra. Empresas estrangeiras de petróleo, multinacionais, todo o capital internacional que perdeu espaços indevidos no Brasil durante a era Lula apoiou o tucano contra Dilma em 2010.
Confira, abaixo, matéria do Estadão que mostra que não há nada de novo na disposição dos veículos britânicos em relação ao grupo político que governa o Brasil, ainda que a mídia brasileira tente passar a ideia de que há razões sérias para as críticas deles.
------------------------------------------------------------------------------------------------------------
RENTISTAS UIVAM LÁ, A MATILHA LATE AQUI 
As aplicações do' Sloane Robinson', um dos dez maiores fundos hedge do mundo e dos mais antigos de Londres, vão fechar o ano com saldo de US$ 2,5 bilhões. Em 2008, o fundo especulativo acumulava ativos de US$ 15 bilhões. O 'Sloane' esfarela. Sua rentabilidade despencou 17% no ano passado; afundará mais 2%  em 2012. Não é um caso isolado. Rentistas de todo o mundo sofrem os reveses  da implosão  neoliberal agravada pelo fim da farra nos países emergentes-- Brasil entre eles. Sua passagem pelo país incluía ganhos triplos: na arbitragem dos juros (maiores aqui, remunerando captações a um custo menor lá fora); na diferença cambial entre a data de ingresso e a da saída, uma vez que o próprio tsunami especulativo forçava a valorização do Real, garantindo conversões vantajosas para o dólar na despedida; e, finamente, na jogatina 'rapidinha' nas bolsas, sem nem dispor de ações próprias, alugando carteiras junto a bancos. A obstrução da pista principal do circuito, a dos juros, derrubados a fórceps pelo governo Dilma, melou o resto do passeio, prejudicado ainda pela queda nos mercados acionários.O rendimento médio dos fundos hedges este ano, segundo a Reuters, será 50% inferior à variação dos índices de ações dos mercados emergentes, que deve crescer apenas 5% frente a 2011, contra 450% entre 2003/2007. É quase o fim de uma era. É desse pano de fundo que soam os vagidos em inglês contra o governo Dilma, ecoados de gargantas midiáticas profundamente comprometidas com as finanças desreguladas. Caso da The Economist, que pediu a cabeça do ministro Mantega, na semana passada--caninamente saudada pelo seu back vocal em português; e a do Financial Times, desta semana, cujo blog faz referencias deselegantes ao país e a  sua Presidente (leia reportagem de Marcelo Justo, de Londres; nesta pág). Como acontece quando as matrizes entram  no cio numa matilha, os uivos locais elevaram seus decibéis na última 4ª-feira. Coube  à 'Folha' cravar o latido mais alto da praça, em editorial em que pede 'reforma geral nas prioridades nacionais'.


terça-feira, 25 de dezembro de 2012

A última cartada de Serra


O Serra tirou um coelhinho da cartola para estragar de vez com os planos do cambaleante Aécio ao Palácio do Planalto. E o nome desse coelhinho é Geraldo Alckmin.
Eu disse que o Serra não ia vender barato o segundo lugar para prefeito de São Paulo e nem que ele estaria morto após as eleições. Ele, assim como o Lula,  respira política se bem que de lados opostos.
Quando ele perde uma eleição sai de cena, adormece, mas logo desperta.
Como lá em São Paulo é o QG do PIG ele provalmente já articulou bor baixo do pano como os devidos grão-pig-tucanos essa nova cartada.
E deixa bem claro que ele e o cambaleante Aécio não se bicam. Ele está dizendo ao cambaleante Aécio que o PSDB não tem candidato oficial ainda, que ele tem a grana em São Paulo, que ele tem o QG do PIG nas mãos, que o FHC não manda nada, que ele vai levar o Alckmim nas costas até as prévias e finalmente que é o Secretário de Saúde de São Paulo.
Portanto Aécio, você só tem Minas e o Serra tem São Paulo e o PIG e agora o Alckmim. Só falta o Datafolha colocar já nas próximas pesquisas o Alckmim na sua frente.
Acho que agora só lhe resta uma saída: Ou você muda de partido ou você muda de partido.
O PSDB é de São Paulo. Uma hora se candidata o Alckmim outra hora o Serra e vice-versa.
O Lula disputou com Serra e depois com Alckmim. A Dilma disputou com o Serra e agora disputará com o Alckmim.

sábado, 22 de dezembro de 2012

Desemprego em 4,9 %, Maia peita o Supremo e o Serra ressuscitou: é o fim do mundo

O Brasil sai na frente neste grande evento do fim do mundo. O Corinthians campeão do mundo, o  desemprego cai para 4,9%,  Marco Maia peita o Quincas Barbosa e o Serra vai ser Secretário de Saúde de São Paulo. É o fim do mundo.
E ainda o Quincas Barbosa nega pedido de prisão imediata dos condenados do "mensalão".
Serra e Quincas Barbosa estragaram o Natal do Aécio e do PIG.
Nem Zé Dirceu, nem João Paulo irão para a cadeia; é o fim mundo.
Na era FHC, a economia ia mal e o povo pior. Na era Lula, a economia ia bem e o povo também. Na era Dilma, a economia mundial patina e o Brasil e o povo vão bem. É o fim do mundo.
Os maias estavam certos; em 2012 fecha-se um ciclo, mas o Brasil abre outro.

terça-feira, 18 de dezembro de 2012

O STF não teria que ser o primeiro a proteger a Constituição? Se não, eu estou com o Maia

Se o Supremo achar que tem que desrespeitar a Constituição, então estamos vivendo numa Supremocracia.
Parece que: ou o relator Joaquim Barbosa não gosta de ler a Constituição de 1988 ou de algum modo ele se sente acima do que está escrito e quer rescrevê-la ao sabor do momento como se achando uma espécie de deus da "justiça".
O artigo 55, inciso VI onde se refere a condenação de Deputados e Senadores é claro: a perda do mandato será decidida pela Câmara ou Senado

Constituição Federal de 1988

Inciso VI.
“-art.55. Perderá o mandato de Deputado ou Senador:
VI. que sofrer condenação criminal em sentença transitada em julgado.”
 Art. 55. Perderá o mandato o Deputado ou Senador:
§ 2º - Nos casos dos incisos I, II e VI, a perda do mandato será decidida pela Câmara dos Deputados ou pelo Senado Federal, por voto secreto e maioria absoluta, mediante provocação da respectiva Mesa ou de partido político representado no Congresso Nacional, assegurada ampla defesa.

Quer dizer, o STF rasgou a parágrafo 2º do artigo 55 da Constituição Federal de 1988.
Se isso não for Supremocracia, se isso não for golpe, então o que é?
Estou com o Marco Maia em não acatar a decisão do STF sobre a cassação automática dos deputados João Paulo Cunha (PT-SP), Valdemar Costa Neto (PR-SP) e Pedro Henry (PP-MT).

domingo, 16 de dezembro de 2012

A volta triunfal de Dilma e Lula

 

As pesquisas do Datafolha de hoje dizem tudo: Dilma e Lula vencem no 1º turno. É a voz do povo, a voz das urnas. Uma realidade surpreendente e chocante para o PIG. Parece a confecção de um bolo, quanto mais bate mais cresce.
Isso já era sabido e é por isso que o PIG quer pô-lo na cadeia. Com ele na cadeia, seria um problema a menos para daí bater somente na Dilma.
Curioso é que o Datafolha faz uma miscelânia de 04 candidatos de sua preferência embolados no 3º lugar; a Marina, o Aécio, o Barbosa e o Serra como se estivessem alí aguardando alguma tsunami econômica para terem alguma chance.
É a volta triunfal de Dilma, que esteve na Europa. É a volta triunfal de Lula, escorraçado pela mídia.
Ele recebeu um prêmio internacional Catalunha de combate a fome,  o que lhe rendeu R$ 210 mil. A oposição irá dizer que é lavagem de dinheiro é claro.

sábado, 15 de dezembro de 2012

Mais um golpe que foi pro saco: quem com ferro fere...

:
Fotos extraídas do site Brasil247
O grande ator global José de Abreu fez valer aquela frase "quem com ferro fere, com ferro será ferido" onde sujere que as últimas denúncias mentirosas de Marcos Valério podem ter sido compradas, ou ser preferirem, devidamente encomendadas pelo PIG e oposição.
É que um passarinho lhe contou que tudo isso custou R$ 17 milhões para que o Marcos Valério fizesse as tais denúncias.
No seu twitter, Zé de Abreu diz que um tal advogado afirma que setores do empresariado, da oposição e o próprio dono da Veja, o Civita, fizeram uma vaquinha para que fossem plantadas essas denúncias contra o Lula.
Como tenho dito em posts anteriores, isso tem nome. É Lula2014.
Depois que o Lula deixou a presidência, ele desembarcou em São Paulo, trouxe nas costas um poste iluminado chamado Haddad e o elegeu prefeito de São Paulo. Elegeu também vários postes iluminados Brasil afora e aí o PIG sentiu o golpe.
Agora o PIG que acha que o Lula irá se candidatar novamente, parte para cima dele com falsas denúncias só para ver se consegue emplacar alguma abominação lulista no povo, mas experimenta o mesmo veneno agora com possibilidade de ser acusado de crime de calúnia e difamação.

Leiam a reportagem do Brasil247

quinta-feira, 13 de dezembro de 2012

A 'maldição' da revista The Economist

 Rede Brasil Atual

A 'maldição' da revista The Economist

Por: Flávio Aguiar, para a Rede Brasil Atual
A 'maldição' da revista The Economist
Guido Mantega, desafeto da revista que quer o Brasil unicamente como o paraíso dos especuladores financeiros (Antonio Cruz/ABr)
Parece coisa de tragédia grega. Com uma arrogância neocolonialista, dias atrás a prestigiosa revista The Economist pediu a cabeça do ministro da Fazenda, Guido Mantega, devido ao desempenho do PIB brasileiro, tido como fraco.
O pedido animou todos os comentaristas ortodoxos dentro e fora do nosso país, pois junto com ele vinha o “diagnóstico” de que aquele desempenho tinha a ver com a excessiva intervenção do governo na economia. Pedia a revista que o governo, intervindo menos, liberasse o “espírito animal” do setor privado no Brasil. Não sei o que a revista entende por “espírito animal”. Mas se há um lugar onde ele tem andado à solta é a Europa.
Desde aquela tirada da revista, entretanto, uma maldição parece ter caído – ou se renovado – sobre o continente europeu. A saber:
1 - O primeiro ministro italiano Mario Monti anunciou que pretende renunciar logo após a votação do novo orçamento “austero” pelo Parlamento em Roma, provocando a antecipação das eleições nacionais de abril para fevereiro. Motivo: Silvio Berlusconi, o “imorrível”, anunciou que pretende disputar o cargo novamente, e que seu partido, o “da Liberdade” retiraria o apoio a Monti logo depois daquela votação.
Monti, (im)posto no cargo pelas lideranças ortodoxas da Europa – Angela Merkel à frente –, disse que isso equivalia a um voto de desconfiança, pondo sua maioria no Parlamento em perigo, daí o anúncio da renúncia. Para azar da The Economist, o nome mais provável para vencer as eleições é o do ex-comunista Pier Luigi Bersani, do Partido Democrático (PD), que faria uma coalizão com o Partido da Esquerda Ecológica e da Liberdade, o que também poderia incluir Monti.
O PD deu sustentação às reformas propostas por este último, mas certamente imporia uma visada mais social e menos ortodoxa à política econômica do governo italiano. Outra alternativa para o PD seria o atual prefeito de Florença, Matteo Renzi, apontado como um quadro de renovação na política italiana. Berlusconi já se declarou contrário aos planos de “austeridade”, e até mesmo contra o euro.
2 - Na Inglaterra, pátria da revista, as coisas não vão bem.  Os economistas ortodoxos esperavam um crescimento baixo, mas crescimento, de 0,7% no PIB deste ano. Segundo o ministro das Finanças, George Osborne, vai haver uma retração de - 0,12%. Como se não bastasse, o maior banco britânico, o HSBC, entrou em acordo com a promotoria federal norte-americana para pagar 1,9 bilhão de dólares como indenização por práticas ilegais.
Quais práticas? Bom, boa parte da mídia vem dando destaque a operações de transferência de dinheiro para contas do Irã, Líbia (ao tempo de Ghaddafi), Burma, Sudão, Irã e até Cuba, todos países cujas transações são fiscalizadas duramente ou proibidas nos Estados Unidos. Mas há outros destaques, bem mais incômodos: lavagem de 881 milhões de dólares para dois cartéis de drogas mexicanos, inclusive o Sinaloa, visto como o mais poderoso do mundo e também dos mais sanguinários; aceitação de 15 bilhões de dólares de depósitos suspeitos(sem origem clara) oriundos de países como Rússia, México e Colômbia; transferências de dinheiro para e do Saudi Al Rajhi, banco saudita que sabidamente operou e opera fundos da Al Qaeda.
A direção britânica do banco diz que essas operações envolvem apenas o ramo norte-americano. Assim mesmo, o prestígio do banco está lá embaixo, embora suas ações tenham subido na bolsa de Londres. Claro: o anúncio da indenização substitui a possibilidade de o banco ser processado. Tal processo, segundo o assistente da promotoria Lanny Breuer, poderia levar o banco a perder sua licença para operar nos EUA, “desestabilizando” o sistema bancário mundial.
Ou seja, os investidores no banco puderam respirar aliviados, porque, afinal de contas, como apontou o comentarista Glenn Greenwald, do The Guardian, o banco está acima da lei. Ademais, a indenização de US$ 1,9 bi representa pouco mais do que um mês do lucro mundial do HSBC (21,9 bilhões de dólares em 2011).
3 - Ainda na Inglaterra, o anúncio da indenização a ser paga pelo HSBC (além de um acordo de cinco anos de monitoramento de suas atividades por parte do fisco norte-americano e de uma comissão independente) coincidiu com novas prisões relacionadas ao escândalo da manipulação da taxa Libor e a notícia de que o estatizado (em consequência dessas denúncias) Northern Rock Bank começou a pagar 270 milhões de libras a clientes que se sentiram prejudicados pela manipulação.
4 - Atravessando o Canal da Mancha, o poderoso e ortodoxíssimo Banco Central Alemão anunciou que está reduzindo suas expectativas de crescimento da economia do país para 2012 e 2013, o que põe a Alemanha diretamente na alça de mira da recessão “austera” que devasta a Europa. Ao mesmo tempo, na quarta-feira o Deutsche Bank, um  dos ícones da economia do país, foi atingido por uma devassa da polícia e do fisco, com a detenção de cinco altos funcionários, inclusive de um membro de sua diretoria, Jürgen Fitschen.
A operação foi cinematográfica, com dezenas de carros da polícia parados diante de uma das sedes do banco, em Frankfurt, e 500 policiais e fiscais saindo dela com malas de documentos, computadores aprrendidos, etc. Acusações: sonegação fiscal mais manipulação escusa dos certificados de emissão de carbono, desses que países e empresas do mundo desenvolvido podem comprar para formar um fundo de preservação ambiental nos países em desenvolvimento.
5 - Ainda deste lado do Canal, a mídia noticiou que França e Alemanha entraram num acordo sobre a atuação do Banco Central Europeu no sentido de fiscalizar o sistema bancário do continente, apertando o controle sobre ele. Levado à reunião dos ministros da área financeira da União Europeia, ele foi aceito nesta quinta-feira (13). Por seus termos - amaciados pela Alemanha - mais de 200 bancos europeus entrarão no microscópio do B. C. E. para escrutínio a partir de janeiro de 2014.
Decididamente, as coisas não vão bem para o universo ortodoxo da The Economist. A economista Maria da Conceição Tavares, com seu faro acurado, analisou na Carta Maior que o pedido atrabiliário e bilioso da revista tinha por objetivo favorecer a candidatura de Aécio Neves em 2014. Pode ser, mas não é tudo. O pedido veio dias antes do “Fórum pelo Progresso Social: escolher o crescimento; sair da crise”, organizado em Paris pela Fundação Jean Jaurès e pelo Instituto Lula, com a participação da presidenta Dilma Rousseff, do presidente François Hollande, do ex-presidente Lula, do ex-primeiro ministro francês Lionel Jospin e do próprio ministro Guido Mantega. Digamos que o fórum não foi propriamente uma apoteose para as ideias ortodoxas da revista, que já naufragaram na América Latina, na Ásia e estão fazendo água nos Estados Unidos e na Europa.
Certa vez, num dos tantos levantes armados que agitaram a história do Rio Grande do Sul, a que chamamos de “revoluções”, o caudilho maragato Honório Leme teria mandado  uma mensagem a seus superiores: “Estamos sob fogo do inimigo, batendo em retirada e com pouca munição. Tirando isto, está tudo bem”.
Glosando a mensagem, a The Economist poderia dizer: “Temos muita munição, não vamos bater em retirada, apesar do fogo do inimigo. Mas as coisas não estão nada bem”. Não estão mesmo. E não vi a revista pedir a cabeça de nenhum ministro aqui na Europa.

quarta-feira, 12 de dezembro de 2012

PIG oficializa o golpe: agora o trio Valério, Cachoeira e Policarpo serão os mocinhos e o Lula, o bandido

Futuro governador de SP

Agora é oficial, o PIG finalmente vê nas denúncias mentirosas de Marcos Valério atingindo o Lula,  como o passaporte para o golpe supremo. E o golpe tem nome: Lula2014. Pode ser tanto para presidente como para governador de São Paulo. Como o PIG já considera a Dilma potencialmente reeleita, então sobra um Lula governador de São Paulo.
Aliás, o Lula pode se candidadar a qualquer coisa que ele ganha. Contudo, pelo PIG,  se o Lula ganha o trabalho deles é fazer com que o Lula não leve e vá apodrecer na cadeia e com a oposição sumida no pedaço, o PIG está no lugar dela fazendo seu trabalho de tentar impor alguma abominação lulista no inconsciente coletivo.
O PIG agora está encorajado pelo STF a acusar sem o tal dominio do fato, ou melhor, acusar sem provas. Isso lembra a Inquisição e o PIG parece que gosta deste método e agora se junta a calhordas como fonte para requentar manchetes acusatórias sem provas e sem limites.
Tudo indica que o trio parada dura Marcos Valério, Cachoeira e Policarpo se juntaram ao PIG e vão tripudiar nas calúnias contra o Lula e o PT. A que ponto que chegou nossa imprensa.
Não colou o caso Rosemary Noronha onde que o PIG chegou a dizer nas entrelinhas que ela seria amante do Lula.
Enfim, levou pelo menos 7 anos para o Marcos Valério dizer que o Lula foi beneficiando no "mensalão" e para que não tenha dúvida de inidoneidade deste cidadão, veja abaixo sua participação do mensalão do PSDB, oficialmente no Wikipédia.

Mensalão tucano

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Mensalão tucano, também denominado mensalão mineiro e tucanoduto, é o escândalo de peculato e lavagem de dinheiro que ocorreu na campanha para a eleição de Eduardo Azeredo (PSDB-MG) - um dos fundadores, e presidente do PSDB nacional - ao governo de Minas Gerais em 1998, e que resultou na sua denúncia pelo Procurador Geral da República ao STF, como "um dos principais mentores e principal beneficiário do esquema implantado",[1] baseada no Inquérito n.o 2280 que a instrui, denunciando Azeredo por peculato e lavagem de dinheiro [2]
O valerioduto tucano foi um esquema de financiamento irregular—com recursos públicos e doações privadas ilegais—à campanha à reeleição em 1998 então governador mineiro e atual senador Eduardo Azeredo (PSDB), montado pelo empresário Marcos Valério[3]
Novas apurações devem envolver, entre outras, cinco pessoas ligadas à Cemig (estatal de energia mineira), quatro à Comig (estatal de infra-estrutura mineira, atual Codemig), uma à Copasa (estatal de saneamento mineira) e dois à gráfica Graffar, que teriam desviado recursos da Cemig para a campanha de Azeredo.[3]
Em denúncia apresentada dia 20 de novembro de 2007 ao Supremo Tribunal Federal, o Procurador Geral da República denunciou que o esquema criminoso, que veio a ser chamado pela imprensa de "mensalão tucano", foi "a origem e o laboratório" do episódio que ficou conhecido como Mensalão.
"Vários delitos graves foram comprovados, sendo que parte deles integra a presente imputação, enquanto os demais deverão ser apreciados nas instâncias adequadas."
"Além disso, inúmeras provas residentes nestes autos reforçam o já robusto quadro probatório que amparou a denúncia apresentada no bojo do Inquérito n.o 2245 (Mensalão)."
"A inicial penal em exame limitar-se-á a descrever os delitos que tiveram o comprovado envolvimento do Senador da República Eduardo Azeredo e do Ministro de Estado Walfrido dos Mares Guia, bem como os crimes intimamente a eles vinculados." [1]
Antonio Fernando denunciou 15 políticos por peculato e lavagem de dinheiro e afirmou que o esquema montado pelo publicitário Marcos Valério Fernandes de Souza para injetar dinheiro público na campanha do tucano Eduardo Azeredo (PSDB-MG) foi "o laboratório" do mensalão nacional - cuja denúncia foi aceita pelo STF, em quase sua totalidade, em agosto de 2007. As investigações atingem o secretário do governador mineiro tucano Aécio Neves, pré-candidato do PSDB à presidência da república em 2010.[4]
Segundo a denúncia do Procurador Geral da República, ficou claro que o modus operandi dos fatos criminosos apurados nos processo do mensalão teve a sua origem no período da campanha de Eduardo Azeredo (PSDB-MG) para Governador do Estado de Minas Gerais no ano de 1998". p. 4 [1]
Embora negue conhecer os fatos, as provas colhidas desmentem sua versão defensiva. Há uma série de telefonemas entre Eduardo Azeredo, Marcos Valério, Cristiano Paz e a empresa SMP&B, demonstrando intenso relacionamento do primeiro (Eduardo Azeredo) com os integrantes do núcleo que operou o esquema criminoso de repasse de recursos para a sua campanha.p.26 [1]
Em 3 de novembro de 2009, Azerevo começou ser julgado no Supremo Tribunal Federal. Em 3 de dezembro de 2009, por cinco votos contra três, o plenário do Supremo Tribunal Federal decidiu abrir ação penal contra o senador Eduardo Azeredo (PSDB-MG) e torná-lo réu por envolvimento em um esquema de caixa dois durante sua campanha para reeleição ao governo de Minas Gerais, em 1998, que ficou conhecido como mensalão mineiro.

sábado, 8 de dezembro de 2012

O delírio arrogante do The Economist

"Look at me now"
Curioso. Quando o Brasil era a República das bananas colonizada do FHC, a mídia internacional destinava pouco ou quase nenhum espaço ao Brasil, até porque naquela época o Brasil estava quebrado e os barões das superpotências fingiam que não sabiam onde era o Brasil. Até hoje, por pura arrogância,  alguns ainda acham que a capital do Brasil é Buenos Aires. E não esqueçam que perante aos E.U.A o estado do Amazonas não existe. Esta área, segundo eles, é uma área internacional.
Agora que o Brasil alcançou um patamar maior a partir do governo Lula, começa a chamar e faz tempo, muita atenção no cenário internacional e isto já causa um certo incômodo no meio geo-político-econômico mundial.

Como eles acham que ainda somos colonizados, vem o Economist querer demitir o ministro Guido Mantega por causa do índice do PIB. A resposta da presidente ainda foi bem educada, pois no fundo mesmo ela queria falar um belo palavrão.
Afinal, que merda eles tem para nos ensinar ou dar palpite, uma vez que que eles já estão lá?
Eles têm muito mais a aprender vindo aqui do que nós indo para lá.

Peço desculpa ao Governo, ao Google e aos leitores pelo palavrão, mas ás vezes não dá para segurar.

Vejam algo sobre o tema no Nassif

quarta-feira, 5 de dezembro de 2012

Energia barata: o boicote do PSDB e a nova agenda




A imagem acima, do Blog Cidadania, diz tudo. Não precisava dizer mais nada, mas vou dizer.
É um verdadeiro boicote contra o povo. A conta de luz que poderia ficar 20 % mais barata, mas pelo desejo do PSDB e do PIG, cairá para 16 %. O PIG também comemora, pois as manchetes enfatizam que o desconto será menor e que a presidente não poderá cumprir o prometido, sem fazer menção ao cartel oposicionista das Elétricas.
Foi bem rápido a demonstração neoliberal da nova agenda: tudo pelo boicote e o povo que se exploda. O Serra está rindo agora. Afinal ele já está vendo a candidatura natimorta do cambaleante e titubeante Aécio. Desse jeito não vai precisar nem de mensalão do PSDB no STF; danou-se.
E o povo saberá julgar essa "nova agenda" nas urnas.

terça-feira, 4 de dezembro de 2012

FHC lança Aécio presidente com uma "nova agenda".

http://turmadochapeu.wpengine.netdna-cdn.com/wp-content/uploads/2011/11/itvpsdb0.jpg
Senhoras e senhores; a nova agenda será o governo de Fernando Henrique Cardoso revisitado. Olhem o mapa do Brasil todo furado

FHC, um eterno ciumento arrogante do Lula, lança "democraticamente" o cambaleante Aécio como candidato a presidente do PSDB em 2014. Em seu eterno e solitário discurso de dizer a todo momento que o Brasil acabou ele diz que o minerin bebin representa uma "nova agenda" para o Brasil. O engraçado é que o cambaleante Aécio não assume isso totalmente e titubeia, ou seja, ele não veste bem a camisa de candidato a presidente pelo PSDB. Então ele passa a ser o cambaleante e titubeante Aécio. É como se ele tivesse perdido o bonde.
Será que não contaram isso ao Serra? E como fica ele? Eu não o vi dando nenhuma entrevista sobre esse tema da "nova agenda". Ele, que ficou em segundo lugar no pleito a prefeitura de São Paulo, certamente acha que ainda tem bala na agulha para ser candidato.
Quanto ao símbolo da "nova agenda" o Brasil aparece todo furado, parecido com uma peneira. Será esta a idéia?
E agora tremei. Vamos imaginar, se o Serra deixar, um Brasil presidido pelo cambaleante e agora titubeante Aécio Neves. Tremi....
A primeira coisa que irá acontecer serão as voltas do mensalão e da privataria tucana. Só aí já iriam  pro buraco a Petrobrás, a Caixa e o Banco do Brasil. Só aí iria pro brejo o controle dos juros, que o FHC acaba de criticar que ainda estão muito alto. Ele esqueceu que no governo dele os juros chegaram aos 48% anuais.
Sua irmã, a Andréia Neves, seria a ministra da Casa Civil. Tremi...
O Neoliberalismo vai voltar com toda a força: um Estado mínimo, mas mínimo mesmo e um deus mercado máximo com tudo devidamente privatizado, fatiado, embrulhado, lacrado, parado, estagnado, etc.
Ah. e tem mais; o FHC ainda é um colonizado. Vocês acreditam que ele vai consultar nada mais nada menos que o boçal Bill Clinton para dar algumas idéias sobre a "nova agenda".
É que o FHC fez um discurso ONU em 1999, da choradeira dos quebrados, pedindo aos líderes dos EUA e Europa, que criassem uma espécie de CPMF mundial para salvar o Brasil da fuga de capitais especulativos.
Bill Clinton (então presidente dos EUA), Tony Blair (Inglaterra) e Gerhard Schroeder (Alemanha) receberam mal a proposta.
Clinton passou um verdadeiro sermão em FHC, sugerindo que faltava CONFIANÇA, HONESTIDADE, eficiência e boa governança sob FHC. Enquanto isso, outros países resolveram estes problemas frente às crises, citando Chile e Uganda, como exemplos para FHC seguir.

E o FHC ainda tem a coragem de se consultar com este boçal.

Não, não vou mais prosseguir. Afinal isso foi só um devaneio.

OBS: as últimas 9 linhas foi um enxerto do blog Folha13





sábado, 1 de dezembro de 2012

Lula esnoba o PIG e vai viajar

Bye, bye PIG
Lula vai viajar para o exterior. A viagem, segundo sua assessoria, será para participar alguns eventos. Lula embarca dia 7 para Berlim, onde participará das celebrações do aniversário de uma confederação de sindicatos do setor metalúrgico da Alemanha. Nos dias 11 e 12, participa de um seminário em Paris, sobre a crise econômica mundial, evento promovido pelo Instituto Lula e pela Fundação Jean Jaurès. No dia 13, Lula estará em Barcelona para receber um prêmio pelo combate à pobreza e à desigualdade. Ele só retorna ao país em meados de dezembro.
Ele trará um saco cheio de medalhas e troféus para enriquecer seu Instituto. O PIG vai odiar.
É claro que a oposição dirá que essa viagem foi estratégica ou que ele quer fugir de alguma responsabilidade na "crise" inventada pelo PIG travestida de escândalo sobre o caso Rosemary Noronha. Escândalo cujo delator Cyonil pode ser também um participante do esquema.
O importante mesmo, para desespero do PIG, é que o Lula volta de viagem candidato a cadidato ao Governo de São Paulo e isto estragou a festa de fim de ano da oposição.
Ele pode escolher entre ser Senador ou Governador, mas a diferença entre Governador e Senador é que Senador não governa.
Portanto, desejo uma boa viagem ao Lula e um ótimo retorno a esta maravilhosa terra brasilis.

terça-feira, 27 de novembro de 2012

Inconsciente coletivo e lulofobia podem arrastar o Lula ao governo de São Paulo



Condenado: Luis Inácio Lula da Silva
Acusação: ter sido presidente da República, e por duas vezes. Que horror.
Pena: prisão perpétua.

Se até 2014 o STF não colocar o Lula na cadeia, onde segundo o PIG, lá é lugar onde jamais ele sairá, por ter tido a "petulância" de ter sido presidente por duas vezes. Lugar que teria que ter pertencido ao aristocracismo paulista de higienópolis.

Se até 2014 persistirem os ataques infundados do PIG ao Lula.

Se até 2014 a oposição não encontrar alguém que possa representar uma mudança e uma nova esperança ao povo paulista.

Se até 2014 o Lula-lá começar a entrar no inconsciente coletivo do povo, percebendo que poderá ver nele uma ponte entre os governos federal, estadual e o municipal, traduzindo tudo isso como uma enchurrrada de recursos para reorganizar São Paulo.

Então só resta ao Lula se candidatar. Uma vez que seu mandato não lhe pertence, e sim ao povo se assim desejar.

segunda-feira, 26 de novembro de 2012

Paulistano poderá ter uma tríade petista governando sobre si

A Tríade puro-sangue
 Uma pérola do marqueteiro do PT João Santana estraga a festa de final do ano do PIG, que já comemorava as penas dos envolvidos no "mensalão" do PT.
Diante das pesquisas do IBOPE, onde queria verificar a queda do Governo nas intenções de voto, que detectou que o ex-presidente Lula e a Dilma somam juntos 45% e que Serra, Aécio e Marina Silva somam somente 9% das intenções, João Santana conclui que Lula deveria se candidatar ao governo de São Paulo, e diz mais: A Dilma se reelege no primeiro turno e o Lula ganha para governador de São Paulo.
Com isso o paulistano teria um governo tríplice petista já em 2.015; o prefeito Haddad, o Governador Lula e a Presidente Dilma. Uma tríade puro-sangue petista.
Hoje eu vi esta notícia no Jornal do SBT. A Globo, é claro, não irá falar no assunto. Porque se falar, isto poderá cair no inconsciente coletivo do povo paulista e aí na hora de o IBOPE e o Data Folha perguntarem para esse povo em que ele irá votar para governador de São Paulo, a resposta será curta e grossa: Lula.
Eu tento imaginar agora o PSDB agendando algum Hotel em Campos do Jordão, onde é seu reduto,  para realizar uma reunião às pressas com a pauta de discutir o fator Lula no Governo de São Paulo.
FHC, Serra, Aécio o cambaleante, Roberto Freire, Andrea Matarazzo, Afif Domingos, José Aníbal, etc, e os penetras Reinaldo Azevedo e o Noblat numa calorosa reunião pensando alguma forma de tirar o Lula com algum golpe paraguaio. A tensão será tamanha que se alguém contar alguma piada será devidamente expulso do recinto.

domingo, 25 de novembro de 2012

"Isso é uma vergonha". Casoy é condenado.

A "falha" técnica que desnuda o hipócrita. Isso não foi falha técnica, foi o mundo desnudando o hipócrita.
Demorou, mais saiu. O jornalista, se assim posso dizer, Boris Casoy foi finalmente condenado a pagar R$ 21.000,00 reais ao gari Francisco Gabriel de Lima, na "falha" técnica que levou ao ar o áudio de Boris dizendo: "Que merda: dois lixeiros desejando felicidades do alto da suas vassouras".
Isso é uma vergonha Boris....

Do Vermelho

Justiça condena Boris Casoy e TV Bandeirantes a indenizar gari

A 8ª Câmara de Direito Privado de São Paulo condenou o jornalista Boris Casoy e a TV Bandeirantes a pagar R$ 21 mil de indenização por danos morais ao gari Francisco Gabriel de Lima. Na noite de réveillon de 31 de dezembro de 2009, após Francisco Lima aparecer em uma vinheta desejando feliz natal, uma falha técnica levou ao ar o áudio de Boris dizendo: "Que merda: dois lixeiros desejando felicidades do alto da suas vassouras.

Serra é o meu presidente

foto: Montagem do blog Hipersessão


A Band afirmou que a emissora e o apresentador só poderão se manifestar sobre a decisão depois que o processo for analisado pelo setor jurídico do canal.

O áudio foi transmitido ao vivo durante o jornal da Band e gerou grande repercussão. No dia seguinte, quando o vídeo já tinha milhares de visualizações na internet, Boris Casoy se retratou sobre o comentário que definiu como “uma frase infeliz”. ”Peço profundas desculpas aos garis e a todos os telespectadores", afirmou Boris Casoy. O caso não terminou na imprensa e foi parar na Justiça.

Francisco Lima alegou que foi humilhado pelos comentários “preconceituosos” do âncora do jornal da Band. Contou em juízo que foi abordado por dois jornalistas da Rede Bandeirantes que solicitaram que desejasse felicitações de ano novo para veiculação na TV e que não imaginava que sua participação lhe renderia “preconceito e discriminação”.

O gari ainda afirmou que não percebeu arrependimento na retratação “burocrática e pouco conveniente” de Boris Casoy e que suas desculpas não bastaram para “estancar a ferida lesada”.

Boris Casoy teve que se apresentar à Justiça e pessoalmente afirmou que jamais teve o intuito de criticar o gari pela profissão exercida. Também disse que não houve discriminação, desrespeito nem humilhação à dignidade de Francisco Lima e que, mesmo assim, pela “frase infeliz” pediu espaço à direção do telejornal para pedir desculpas.

A TV Bandeirantes também tentou convencer a Justiça de que o episódio não teria causado dano moral ou humilhação ao gari. Citou a reportagem de um jornal em que Francisco Lima teria dito que “não guarda qualquer mágoa ou revolta”, o que demonstraria uma clara renúncia a uma indenização. A emissora chegou a afirmar que o gari “utiliza-se da prestação jurisdicional para obtenção de lucro fácil”.

A TV Bandeirantes ainda entendia que não poderia ser responsabilizada pela fala de Boris Casoy, porque ele “emitiu opinião própria e desvinculada da edição do Jornal da Band”. Também alegou que é impossível obter controle sobre tudo o que o âncora do telejornal fala em programas ao vivo.

Para o Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP), “ainda que sinceras”, as desculpas de Boris Casoy não são suficientes para reparar o dano causado ao gari. A decisão destacou que Francisco Lima avisou aos familiares que iria 'aparecer na televisão' e que a “lamentável ocorrência efetivamente ofendeu a dignidade do autor (gari)”.

Ainda de acordo com a decisão, a alegação de que não houve intenção de ofender o gari não absolve o jornalista e a emissora. Ressalta que Boris Casoy, “experiente na profissão que exerce há décadas, seguramente conhece os bastidores de um programa apresentado ao vivo e que, muitas vezes, o intervalo é interrompido sem maiores avisos ou o áudio 'vazado'. Houve descuido de sua parte. E, ainda que tenha dito tais falas 'em tom de brincadeira', como narrou ao juíz a testemunha (e também jornalista) Joelmir Beting, o fato danoso ocorreu e seguramente poderia ter sido evitado”.

Por fim, o TJSP concluiu que a emissora é responsável pelo conteúdo que veicula e, por isso, deve dividir o valor da condenação com Boris Casoy. A única chance da emissora reverter a condenação é com um recurso direcionado ao Superior Tribunal de Justiça.

Fonte: UOL

sábado, 17 de novembro de 2012

"Por que privatizar a Petrobras". Pasmem.

Não pensem que a reportagem abaixo que fala sobre privatizar a Petrobrás é da época do gonverno FHC. Acreditem, a reportagem é de 10/11/2012 da Revista Época.
Com a economia mundial em frangalhos por causa do Neoliberalismo, onde uma de suas teses é privatizar tudo o que puder, um estado mínimo e tudo o mais, agora vem este economistazinho de meia tijela querer resuscitar esta excrescência especulativa de Mercado que levou os E.U.A e a Europa a ficarem de joelhos perante ao mundo.
Ele acha que o povo é idiota e vai logo esquecer o que causou o Neoliberalismo e ele tem a cara de pau de citar logo a Petrobrás, que quase foi vendida no governo FHC. A sorte é que não deu tempo e aí veio o Lula para acabar com aquela bagunça.
Imaginem só se o FHC tivesse vendido a Petrobrás, o Banco do Brasil e a Caixa. Vocês acham que a Dilma estaria enfrentando a alta dos juros caso o BB e a Caixa tivessem sido privatizados? Não, ela não teria como enfrentar a alta dos juros.
Quer dizer que agora que a Petrobras descobriu o Pré-sal, essa verdadeira fortuna abaixo da camada do sal, que pode aplicar este dinheiro da Educação, Cultura, combate a pobreza, etc, este economistazinho de meia tijela que entregá-la a Chevron.
Isso já é a campanha do cambaleante Aécio?
Portanto, economistazinho de meia tijela, vá cantar em outra freguesia. Eu estou sendo muito educado em chamá-lo de meia tijela, mas em respeito aos leitores, ao Google e ao Governo eu me privo de escrever palavrões.

Por que privatizar a Petrobras

Um novo livro a favor das privatizações mexe com um antigo tabu e defende que o melhor para o povo brasileiro é vender a estatal do petróleo

RODRIGO CONSTANTINO
 O AUTOR Rodrigo Constantino é economista. Tem MBA de finanças pelo Ibmec e trabalha no setor financeiro desde 1997  (Foto: Diego Vara/Ag. RBS/Folhapress)
Nenhum outro setor da economia desperta tantas paixões e controvérsias quanto o do petróleo. A Petrobras é motivo de orgulho para muitos brasileiros – e pesquisas recentes mostram que quase 80% da população é contra a privatização da estatal que explora nosso “ouro negro”. Em quase todos os debates, os argumentos são os mesmos: é preciso proteger nossas riquezas naturais, o governo precisa cuidar de um setor tão estratégico. “O petróleo é nosso”, dizem os nacionalistas.
É claro que o petróleo é fundamental para a economia moderna. Ele é a energia que faz a roda da economia girar. Mas será que isso é suficiente para considerá-lo tão diferente assim dos demais produtos? Será que é uma justificativa para preservar uma estatal quase monopolista? Mais ainda: assumindo que o petróleo é mesmo especial e, portanto, estratégico, será que devemos manter um recurso tão importante sob os cuidados do Estado?
Ao contrário do que muita gente acredita, a privatização da Petrobras não apenas não faria mal algum ao país, como tornaria um setor estratégico mais eficiente e daria aos brasileiros o que eles merecem: a posse de suas riquezas naturais. Não vamos esquecer o alerta do economista americano Milton Friedman (1912-2006): “Se o governo assumisse a gestão do Deserto do Saara, em cinco anos faltaria areia por lá”.
Nos Estados Unidos, o país mais rico do mundo, houve um crescimento incrível do setor petrolífero a partir da competição de várias empresas privadas, desde a primeira prospecção feita por Edwin Drake, na Pensilvânia, em 1859. A Standard Oil, criada por John D. Rockfeller, maior empresário do ramo, era uma máquina de fazer dinheiro e gerar empregos. Seu grupo ficou tão grande que o governo americano decidiu fatiá-lo em 1911. Assim, surgiram as empresas que dominam até hoje essa área nos EUA. Elas concorrem em igualdade de condições com empresas estrangeiras como British Petroleum, Shell, Lukoil, a própria Petrobras e várias outras. O mercado funciona – e nenhum país considera o petróleo mais estratégico que os EUA.
No Brasil, o Estado nunca deixou o setor de petróleo funcionar livremente. Um dos pensadores brasileiros que mais lutaram contra o monopólio e o controle estatal da Petrobras foi o economista e ex-ministro Roberto Campos (1917-2001). Em sua autobiografia, A lanterna na popa, vemos sua batalha inglória para trazer mais racionalidade para o debate, contra grupos de interesse muito bem organizados e um nacionalismo ideológico mal calibrado.
Apelidado de Bob Fields por seus detratores, Campos nunca foi um “entreguista”. Ao contrário. Queria apenas a adoção de um modelo de exploração do petróleo que fosse mais vantajoso para os brasileiros. Para ele, deixar empresas privadas, nacionais ou estrangeiras, competir no setor seria a melhor forma de beneficiar o próprio povo brasileiro. “Mais importante que as riquezas naturais são as riquezas artificiais da educação e da tecnologia”, afirmava. Infelizmente, uma barreira ideológica impedia a escolha desse modelo. Como disse Campos, “os esquerdistas, contumazes idólatras do fracasso, recusam-se a admitir que as riquezas são criadas pela diligência dos indivíduos, e não pela clarividência do Estado”.
A POLÍTICA DO ÓLEO (Foto: Diego Vara/Ag. RBS/Folhapress, Arquivo EM/D.A Press, Folha Press, Acervo/Sindipetro RJ,  Ricardo Stuckert/PR e divulgação)
No governo FHC, ocorreu uma profissionalização maior na Petrobras. Infelizmente, isso acabou com a chegada do PT ao poder, em 2003. Em vez de o governo manter um quadro mais técnico, políticos como José Dutra e Sérgio Gabrielli assumiram a presidência.
A presidente Dilma reverteu isso em parte, empossando Graça Foster no comando da estatal no início de 2012, mas os resultados ainda não se refletiram nos números da empresa. O crescimento da produção total de óleo e gás da Petrobras desde que o PT assumiu o governo, em 2003, foi medíocre. A empresa, em seus planos estratégicos de cinco anos, costuma prometer aos analistas um crescimento acima de 5% ao ano na produção. De janeiro de 2003 a janeiro de 2012, a produção cresceu somente 2,4% ao ano – um resultado lamentável. Só que, para chegar a esse resultado ainda medíocre, ela teve de investir cerca de R$ 100 bilhões apenas em exploração e produção. Alguém acha realmente que essa montanha de recursos em mãos privadas teria levado a um resultado pior?
Para agravar a situação, boa parte desse programa de investimento teve de ser financiada no mercado, aumentando o endividamento da empresa, pois a geração própria de caixa não era suficiente para viabilizá-lo. A Petrobras, que tinha R$ 26,7 bilhões de dívida líquida em 2007, acumulava um endividamento líquido superior a R$ 130 bilhões no fim do primeiro semestre de 2012 – um aumento de 400% em menos de cinco anos. Eis aí algo que cresce a taxas elevadas na Petrobras, ao contrário da produção. Isso mesmo depois do enorme aumento de capital que promoveu, de R$ 100 bilhões – uma operação no mínimo controversa, que diluiu a participação dos acionistas minoritários, na qual o governo usou até os ativos do pré-sal da União para reforçar sua fatia na empresa.
Se comparada a seus pares internacionais, a rentabilidade da Petrobras nos últimos 12 meses está muito abaixo da média. Para ser mais exato, o retorno sobre o patrimônio líquido da “nossa” estatal foi um terço da média global do setor. E seu uso político custa cada vez mais aos milhões de investidores. No segundo trimestre de 2012, a Petrobras divulgou o primeiro prejuízo em 13 anos. Perdeu R$ 1,35 bilhão, fruto principalmente da enorme defasagem dos preços dos combustíveis e da alta do dólar em relação ao real. O fato de o preço do combustível não seguir as forças de mercado no Brasil representa enorme perda de eficiência do setor.
Em 2011, os cerca de 80 mil funcionários da estatal custaram para a empresa mais de R$ 18 bilhões. Isso dá uma média anual de custo acima de R$ 230 mil por empregado. Claro que há gente séria e qualificada ali, mas estes não teriam nada a perder com uma gestão privada focada no lucro. Ao contrário: como já cansamos de ver, os empregados mais eficientes que permanecem nas empresas privatizadas costumam melhorar bastante de vida. Naturalmente, a turma encostada e sem capacidade para ganhar o que ganha fica apavorada com a ideia de privatizar e colocar um fim na vida mansa. São esses que fazem de tudo para preservar o statu quo e a caixa-preta em torno da estatal.
Qualquer reformista encontrará enorme pressão dos grupos reacionários interessados em preservar privilégios e mamatas na Petrobras. Boa parte do próprio corpo de funcionários reagirá contra mudanças. O ex ministro Antônio Dias Leite chegou a cunhar a expressão “República Independente da Petrobras” para se referir à estatal. São muitos bilhões em jogo e muito poder para o governo simplesmente focar na maior eficiência da empresa e nos interesses dos consumidores. Parece natural a luta permanente pela captura da empresa por feudos políticos.
A Petrossauro, como a chamava Roberto Campos, possui infindáveis tetas para atrair vários grupos de interesse distintos. Como se costuma dizer, o melhor negócio do mundo é uma empresa de petróleo bem administrada, e o segundo melhor negócio do mundo é uma empresa de petróleo mal administrada. Mesmo ineficiente e palco de abusos políticos, a Petrobras gera enorme quantidade de caixa, despertando o olho grande de muita gente, que passa a defender sua manutenção como estatal.
O fundo de pensão da Petrobras agradece, recebendo quantias relativas aos dividendos dos acionistas jamais vistas na esfera privada. Os membros poderosos dos sindicatos agradecem, protegendo seu emprego da livre concorrência. Os empresários corruptos agradecem, podendo fechar ótimos negócios com a estatal graças ao suborno, e não à eficiência de seus serviços e produtos. Silvinho “Land Rover” Pereira e outros tantos como ele estão aí como prova.
Artistas engajados que cedem à doutrinação ideológica comandada pelo governo também agradecem, pois recebem verbas para o avanço da “cultura nacional” sem qualquer critério de mercado, ou seja, de preferência dos consumidores. De 2008 a 2011, a estatal destinou a bagatela de R$ 652 milhões a patrocínios culturais. É uma montanha de dinheiro capaz de transformar o mais liberal dos artistas num ferrenho defensor da estatização. Bastou a nova gestão de Graça Foster dar sinais de que poderia cortar a verba cultural em 2012 que a reação foi imediata e estridente.
Os políticos regozijam se também, podendo usar uma empresa gigantesca para leilão de votos e cabide de emprego. Como fica claro, toda uma cadeia da felicidade é alimentada pela Petrobras. No pôquer, há uma máxima que diz: “Se você está no jogo há 30 minutos e ainda não sabe quem é o pato, então você é o pato”. Se você, estimado leitor, não faz parte dessa farra toda que mama nas tetas da Petrobras, pode estar certo de que faz parte do grupo dos que pagam a conta. Bem-vindo ao clube.
Mesmo ineficiente e palco de abusos políticos, a Petrobras gera enorme caixa e desperta o olho grande de muita gente
O governo ainda usa a empresa como instrumento de política econômica, mantendo os preços artificialmente baixos para não aumentar a inflação. Para piorar, aplica cota nacionalista na compra de insumos importantes, na tentativa de estimular a indústria nacional. O problema é que isso afeta o caixa da empresa. Como o programa de investimentos é enorme, a rentabilidade mais baixa destrói o valor da empresa, prejudicando seus milhões de acionistas. Numa nota em sua coluna de 15 de julho de 2012, o jornalista Ancelmo Gois, de O Globo, revelou: “Um ex diretor da Petrobras diz que os R$ 360 milhões gastos com a P 59, na Bahia, dariam para comprar duas plataformas no exterior. O ‘Bolsa Navio’ já tem dez anos. Ou seja, o tempo passa, o tempo voa, e nossa indústria naval nunca fica competitiva”.
Resultado: a Petrobras foi o “patinho feio” da Bolsa nos últimos anos. Segundo consta no próprio relatório anual de 2011 da empresa, as ações da Petrobras tiveram queda de 15% nos últimos cinco anos, em comparação a uma alta de quase 30% no Índice Bovespa, que reflete o desempenho das principais ações negociadas nos pregões. A Petrobras chegou inclusive a perder por alguns dias o posto de maior empresa latino-americana por valor de mercado para a colombiana Ecopetrol, bem menor que a estatal brasileira. Detalhe: o patrimônio da Ecopetrol é sete vezes menor que o da Petrobras. Como milhões de pequenos investidores tornaram se acionistas da Petrobras por meio do FGTS no passado recente, o descaso e a incompetência das últimas gestões trouxeram perdas significativas para inúmeros brasileiros, inclusive de classes mais baixas, e também para os investidores estrangeiros que apostaram na empresa.
O valor de mercado da Petrobras oscila bastante e caiu muito nos últimos anos. Atualmente, ele está na faixa dos R$ 250 bilhões. A União é dona de quase metade do capital total, sem contar o BNDES. Mesmo considerando a perda de valor por causa da incompetência estatal, a Petrobras valeria uns R$ 120 bilhões para o povo brasileiro.
Isso daria quase R$ 10 mil para cada uma dos 13 milhões de famílias assistidas pelo Bolsa Família, por exemplo. Que tal doar ações da Petrobras para essa gente? Será que essas pessoas mais pobres preferem repetir que o petróleo é nosso, ou receber um título ou um cheque desse valor para fazer o que bem entender com os recursos?
Da próxima vez que o leitor escutar por aí que “o petróleo é nosso”, talvez fique mais claro o que eles realmente querem dizer com isso. Sim, o petróleo é mesmo deles, e não seu ou meu. Talvez devêssemos sair às ruas gritando “o petróleo é vosso” e demandando nossa parte. Se o petróleo for de fato nosso, do povo brasileiro, então é simples resolver a questão: basta o Estado distribuir para cada brasileiro (ou para a faixa mais pobre) sua parte da empresa, por meio de vales ou ações. Cada um poderá, então, sentir se efetivamente dono de um pedaço da Petrobras e fazer com sua parte o que lhe aprouver. Afinal, o petróleo é nosso ou não é?
Ineficiência estatal (Foto: Reprodução/Revista ÉPOCA)

 

quinta-feira, 15 de novembro de 2012

Nota do PT sobre a Ação Penal 470

O PT E O JULGAMENTO DA AÇÃO PENAL 470
O PT, amparado no princípio da liberdade de expressão, critica e torna pública sua discordância da decisão do Supremo Tribunal Federal que, no julgamento da Ação Penal 470, condenou e imputou penas desproporcionais a alguns de seus filiados.
1. O STF não garantiu o amplo direito de defesa
O STF negou aos réus que não tinham direito ao foro especial a possibilidade de recorrer a instâncias inferiores da Justiça. Suprimiu-lhes, portanto, a plenitude do direito de defesa, que é um direito fundamental da cidadania internacionalmente consagrado.
A Constituição estabelece, no artigo 102, que apenas o presidente, o vice-presidente da República, os membros do Congresso Nacional, os próprios ministros do STF e o Procurador Geral da República podem ser processados e julgados exclusivamente pela Suprema Corte. E, também, nas infrações penais comuns e nos crimes de responsabilidade, os ministros de Estado, os comandantes das três Armas, os membros dos Tribunais superiores, do Tribunal de Contas da União e os chefes de missão diplomática em caráter permanente.
Foi por esta razão que o ex-ministro Marcio Thomaz Bastos, logo no início do julgamento, pediu o desmembramento do processo. O que foi negado pelo STF, muito embora tenha decidido em sentido contrário no caso do “mensalão do PSDB” de Minas Gerais.
Ou seja: dois pesos, duas medidas; situações idênticas tratadas desigualmente.
Vale lembrar, finalmente, que em quatro ocasiões recentes, o STF votou pelo desmembramento de processos, para que pessoas sem foro privilegiado fossem julgadas pela primeira instância – todas elas posteriores à decisão de julgar a Ação Penal 470 de uma só vez.
Por isso mesmo, o PT considera legítimo e coerente, do ponto de vista legal, que os réus agora condenados pelo STF recorram a todos os meios jurídicos para se defenderem.
2. O STF deu valor de prova a indícios
Parte do STF decidiu pelas condenações, mesmo não havendo provas no processo. O julgamento não foi isento, de acordo com os autos e à luz das provas. Ao contrário, foi influenciado por um discurso paralelo e desenvolveu-se de forma “pouco ortodoxa” (segundo as palavras de um ministro do STF). Houve flexibilização do uso de provas, transferência do ônus da prova aos réus, presunções, ilações, deduções, inferências e a transformação de indícios em provas.
À falta de elementos objetivos na denúncia, deducões, ilações e conjecturas preencheram as lacunas probatórias – fato grave sobretudo quando se trata de ação penal, que pode condenar pessoas à privação de liberdade. Como se sabe, indícios apontam simplesmente possibilidades, nunca certezas capazes de fundamentar o livre convencimento motivado do julgador. Indícios nada mais são que sugestões, nunca evidências ou provas cabais.
Cabe à acusação apresentar, para se desincumbir de seu ônus processual, provas do que alega e, assim, obter a condenação de quem quer que seja. No caso em questão, imputou-se aos réus a obrigação de provar sua inocência ou comprovar álibis em sua defesa—papel que competiria ao acusador. A Suprema Corte inverteu, portanto, o ônus da prova.
3. O domínio funcional do fato não dispensa provas
O STF deu estatuto legal a uma teoria nascida na Alemanha nazista, em 1939, atualizada em 1963 em plena Guerra Fria e considerada superada por diversos juristas. Segundo esta doutrina, considera-se autor não apenas quem executa um crime, mas quem tem ou poderia ter, devido a sua função, capacidade de decisão sobre sua realização. Isto é, a improbabilidade de desconhecimento do crime seria suficiente para a condenação.
Ao lançarem mão da teoria do domínio funcional do fato, os ministros inferiram que o ex-ministro José Dirceu, pela posição de influência que ocupava, poderia ser condenado, mesmo sem provarem que participou diretamente dos fatos apontados como crimes. Ou que, tendo conhecimento deles, não agiu (ou omitiu-se) para evitar que se consumassem. Expressão-síntese da doutrina foi verbalizada pelo presidente do STF, quando indagou não se o réu tinha conhecimento dos fatos, mas se o réu “tinha como não saber”...
Ao admitir o ato de ofício presumido e adotar a teoria do direito do fato como responsabilidade objetiva, o STF cria um precedente perigoso: o de alguém ser condenado pelo que é, e não pelo que teria feito.
Trata-se de uma interpretação da lei moldada unicamente para atender a conveniência de condenar pessoas específicas e, indiretamente, atingir o partido a que estão vinculadas.
4. O risco da insegurança jurídica
As decisões do STF, em muitos pontos, prenunciam o fim do garantismo, o rebaixamento do direito de defesa, do avanço da noção de presunção de culpa em vez de inocência. E, ao inovar que a lavagem de dinheiro independe de crime antecedente, bem como ao concluir que houve compra de votos de parlamentares, o STF instaurou um clima de insegurança jurídica no País.
Pairam dúvidas se o novo paradigma se repetirá em outros julgamentos, ou, ainda, se os juízes de primeira instância e os tribunais seguirão a mesma trilha da Suprema Corte.
Doravante, juízes inescrupulosos, ou vinculados a interesses de qualquer espécie nas comarcas em que atuam poderão valer-se de provas indiciárias ou da teoria do domínio do fato para condenar desafetos ou inimigos políticos de caciques partidários locais.
Quanto à suposta compra de votos, cuja mácula comprometeria até mesmo emendas constitucionais, como as das reformas tributária e previdenciária, já estão em andamento ações diretas de inconstitucionalidade, movidas por sindicatos e pessoas físicas, com o intuito de fulminar as ditas mudanças na Carta Magna.
Ao instaurar-se a insegurança jurídica, não perdem apenas os que foram injustiçados no curso da Ação Penal 470. Perde a sociedade, que fica exposta a casuísmos e decisões de ocasião. Perde, enfim, o próprio Estado Democrático de Direito.
5. O STF fez um julgamento político
Sob intensa pressão da mídia conservadora—cujos veículos cumprem um papel de oposição ao governo e propagam a repulsa de uma certa elite ao PT - ministros do STF confirmaram condenações anunciadas, anteciparam votos à imprensa, pronunciaram-se fora dos autos e, por fim, imiscuiram-se em áreas reservadas ao Legislativo e ao Executivo, ferindo assim a independência entre os poderes.
Único dos poderes da República cujos integrantes independem do voto popular e detêm mandato vitalício até completarem 70 anos, o Supremo Tribunal Federal - assim como os demais poderes e todos os tribunais daqui e do exterior - faz política. E o fez, claramente, ao julgar a Ação Penal 470.
Fez política ao definir o calendário convenientemente coincidente com as eleições. Fez política ao recusar o desmembramento da ação e ao escolher a teoria do domínio do fato para compensar a escassez de provas.
Contrariamente a sua natureza, de corte constitucional contra-majoritária, o STF, ao deixar-se contaminar pela pressão de certos meios de comunicação e sem distanciar-se do processo político eleitoral, não assegurou-se a necessária isenção que deveria pautar seus julgamentos.
No STF, venceram as posições políticas ideológicas, muito bem representadas pela mídia conservadora neste episódio: a maioria dos ministros transformou delitos eleitorais em delitos de Estado (desvio de dinheiro público e compra de votos).
Embora realizado nos marcos do Estado Democrático de Direito sob o qual vivemos, o julgamento, nitidamente político, desrespeitou garantias constitucionais para retratar processos de corrupção à revelia de provas, condenar os réus e tentar criminalizar o PT. Assim orientado, o julgamento convergiu para produzir dois resultados: condenar os réus, em vários casos sem que houvesse provas nos autos, mas, principalmente, condenar alguns pela “compra de votos” para, desta forma, tentar criminalizar o PT.
Dezenas de testemunhas juramentadas acabaram simplesmente desprezadas. Inúmeras contraprovas não foram sequer objeto de análise. E inúmeras jurisprudências terminaram alteradas para servir aos objetivos da condenação.
Alguns ministros procuraram adequar a realidade à denúncia do
Procurador Geral, supostamente por ouvir o chamado clamor da opinião pública, muito embora ele só se fizesse presente na mídia de direita, menos preocupada com a moralidade pública do que em tentar manchar a imagem histórica do governo Lula, como se quisesse matá-lo politicamente. O procurador não escondeu seu viés de parcialidade ao afirmar que seria positivo se o julgamento interferisse no resultado das eleições.
A luta pela Justiça continua
O PT envidará todos os esforços para que a partidarização do Judiciário, evidente no julgamento da Ação Penal 470, seja contida. Erros e ilegalidades que tenham sido cometidos por filiados do partido no âmbito de um sistema eleitoral inconsistente - que o PT luta para transformar através do projeto de reforma política em tramitação no Congresso Nacional - não justificam que o poder político da toga suplante a força da lei e dos poderes que emanam do povo.
Na trajetória do PT, que nasceu lutando pela democracia no Brasil, muitos foram os obstáculos que tivemos de transpor até nos convertermos no partido de maior preferência dos brasileiros. No partido que elegeu um operário duas vezes presidente da República e a primeira mulher como suprema mandatária. Ambos, Lula e Dilma, gozam de ampla aprovação em todos os setores da sociedade, pelas profundas transformações que têm promovido, principalmente nas condições de vida dos mais pobres.
A despeito das campanhas de ódio e preconceito, Lula e Dilma elevaram o Brasil a um novo estágio: 28 milhões de pessoas deixaram a miséria extrema e 40 milhões ascenderam socialmente.
Abriram-se novas oportunidades para todos, o Brasil tornou-se a 6a.economia do mundo e é respeitado internacionalmente, nada mais devendo a ninguém.
Tanto quanto fizemos antes do início do julgamento, o PT reafirma sua convicção de que não houve compra de votos no Congresso Nacional, nem tampouco o pagamento de mesada a parlamentares. Reafirmamos, também, que não houve, da parte de petistas denunciados, utilização de recursos públicos, nem apropriação privada e pessoal.
Ao mesmo tempo, reiteramos as resoluções de nosso Congresso Nacional, acerca de erros políticos cometidos coletiva ou individualmente.
É com esta postura equilibrada e serena que o PT não se deixa intimidar pelos que clamam pelo linchamento moral de companheiros injustamente condenados. Nosso partido terá forças para vencer mais este desafio. Continuaremos a lutar por uma profunda reforma do sistema político - o que inclui o financiamento público das campanhas eleitorais - e pela maior democratização do Estado, o que envolve constante disputa popular contra arbitrariedades como as perpetradas no julgamento da Ação Penal 470, em relação às quais não pouparemos esforços para que sejam revistas e corrigidas.
Conclamamos nossa militância a mobilizar-se em defesa do PT e de nossas bandeiras; a tornar o partido cada vez mais democrático e vinculado às lutas sociais. Um partido cada vez mais comprometido com as transformações em favor da igualdade e da liberdade.
São Paulo, 14 de novembro de 2012.
Comissão Executiva Nacional do PT.

terça-feira, 13 de novembro de 2012

Desagravo a Lewandowski, um magistrado

 Autor:

Do grande magistrado se espera a sabedoria, não a erudição desenfreada e vazia dos que cultivam citações fora do contexto. Espera-se a simplicidade, não a empáfia dos pavões. Espera-se a responsabilidade dos que sabem estar tratando com o destino de pessoas; não a insensibilidade dos indiferentes ou o orgasmo dos sádicos.

O grande magistrado faz-se ao longo de sua história, e não através do grande momento, da bala de prata, do discurso rebuscado e irresponsável que acomete os vaidosos quando expostos aos holofotes da mídia. Espera-se do grande magistrado a coragem verdadeira, dos que não relutam em enfrentar até os assassinatos de reputação sem abrir mão de suas convicções ; e não a coragem enganadora dos berros, dos gritos de quem quer se fazer notar pelo escândalo.

A coragem do grande magistrado se manifesta quando, exposto ao clamor da turba, não perde a calma nem o brio; e não quando cede ao jogo de cena que fabrica linchamentos e compromete a isenção.

O Ministro Ricardo Lewandowski fala alemão. Jamais alguém assistiu embates ridículos de erudição, como esse desafio vazio de Spy x Spy, Barbosa x Gilmar, para saber quem domina mais o alemão. Não pretende chocar, como Marco Aurélio de Mello, mas tem a coragem de investir contra a maioria, quando se trata de seguir sua consciência.

Com seu ar de lente, está longe da esperteza de praia de Luiz Fux, do ar melífluo de Ayres Britto, da falsa solenidade de Celso de Mello ou do ar de presidente de Diretório Acadêmico de Toffoli.

O Ministro aplicou penas severas, sim, tão severas quanto as de qualquer juiz não afetado pelas pressões externas da turba. Mas não cedeu um milímetro em suas convicções. Nem quando foi cercado pelos colegas, ao tentar demonstrar o erro de interpretação na teoria do domínio do fato. Nem quando foi alvo de campanhas inomináveis de colunistas estimuladores de linchamentos.

Se um dia esse Supremo for dignificado, será pelo Ministro simples, cordato, sensível que tentou trazer a noção de humanidade e de justiça a um grupo embriagado pelas luzes de neon da cobertura jornalística.

Clique aqui para assinar o Manifesto de Desagravo a Lewandowski, preparado pelo Blog da Cidadania.

domingo, 11 de novembro de 2012

Elite começa a descobrir o monstro criado no STF

O homem que mudou o Brasil, segundo a Veja, vai mesmo mudar o Brasil quando chegar nas suas mãos o mensalão tucano. E o PIG já tá preocupado com o mensalão mineiro, lista de Furnas, privataria tucana, etc. Se o Ministro Barbosa der o mesmo tratamento que está dando ao "mensalão do PT", quem deve está preocupado agora é o Serra, o FHC, o Merval, etc.

Nassif

É, né, agora que o MENSALÃO TUCANO VEM AÍ!

Merval Pereira, Dora Kramer, Marco Aurélio Mello… várias são as vozes que começam a se levantar contra o desequilíbrio emocional e a postura autoritária de Joaquim Barbosa, características incompatíveis com a de um juiz do Supremo e, mais ainda, com o comando do Poder Judiciário; eles sabem que o mundo não acaba com a Ação Penal 470; como serão os próximos julgamentos?

8 DE NOVEMBRO DE 2012 ÀS 11:06

247 - Escondida, no fim da coluna da jornalista Dora Kramer, no jornal Estado de São Paulo, está a informação mais importante do dia. "O sucesso de Joaquim Barbosa ameaça criar pernas e levar o relator a perder a cabeça. O sentido da moderação é útil ao julgamento em curso e indispensável ao bom andamento dos trabalhos do Supremo que daqui a 15 dias ele presidirá".

No caso de Joaquim Barbosa, o "sucesso", ainda que na mídia, e não no meio jurídico, já lhe subiu à cabeça. O ministro que distribui autógrafos já foi tratado por uma revista semanal como "o menino pobre que mudou o Brasil" e nada parece ser capaz de lhe dar um pingo de prudência ou humildade. Ontem, no intervalo de mais uma sessão acalorada no Supremo Tribunal Federal, em que Joaquim Barbosa debochou de seus pares, apostando nos aplausos da suposta opinião pública, Marco Aurélio Mello fez um desabafo. "A viagem à Alemanha não fez bem a ele", afirmou. "Não estamos aqui para ser vaquinhas de presépio do relator e dizermos amém, amém, amém".

Barbosa trata com desrespeito todos os membros do colegiado que ousam divergir da sua posição. Se antes a ira era destinada apenas a Ricardo Lewandowski, a quem o ministro já acusou de "advogar para os réus" ou de "transformar réu em anjo", ela agora se volta também contra Marco Aurélio, que teve apenas a "ousadia" de abrir um debate jurídico sobre um tema técnico levantado por um advogado (continuidade delitiva ou concurso material).

Num colegiado, a divergência entre ministros é salutar. Mas encantado com a sua "popularidade", Barbosa tem adotado um viés cada vez mais autoritário, que não chega a ser surpreendente. Numa discussão recente no plenário do tribunal, ele já havia desafiado o ministro Gilmar Mendes a "sair às ruas". Agora, instados por Barbosa, vários ministros se sentem pressionados a seguir o comando "das ruas" e não das leis, salvo raras exceções.

Ocorre que o julgamento da Ação Penal 470 não será o último caso apreciado pelo Supremo Tribunal Federal. Depois dele, virão outros, em que os réus não serão propriamente adversários políticos dos que se proclamam porta-vozes da opinião pública. Por isso mesmo, Merval Pereira, colunista do Globo, publica um artigo nesta quinta-feira em que ensaia uma crítica à "mão pesada de Barbosa".

Segundo Merval, "na falta de critérios objetivos que norteiam as decisões, é previsível que os advogados de defesa terão muitas razões para apresentar embargos ao seu final, retardando a execução das penas". Antes disso, Barbosa já havia sido criticado por aplicar penas a um réu, valendo-se de uma interpretação equivocada das leis.

Incensado e tratado como herói pelos meios de comunicação no início do julgamento, Joaquim Barbosa começa a perder popularidade. E a dúvida é que impacto isso causará numa personalidade já marcada pelo destempero e pela falta de inteligência emocional, seduzida por aplausos fugazes.

quarta-feira, 7 de novembro de 2012

Obama ganhou, relaxem: o Irã não será atacado.

Yes we can                                        No, I can´t
Depois de toda a pirotecnia midiática colonizada em torno das eleições americanas, finalmente aconteceu o que todos esperavam. Obama ganhou. Não sei se a CNN e a Globo torceram para isto. Tenho minhas dúvidas. Acho que eles estavam mais para Romney do que para Obama.
O que é certo, com a derrota de Romney, é que a Hilary Clintom teve que pedir para que a V frota americana e Israel desligassem imediatamente os botões que acionariam a invasão do Irã, pelo menos por enquanto.
A CNN deve estar reclamando do prejuízo em torno desta atitude, pois provavelmente ela teve que retirar todo seu aparato info-tecnológico de última geração via satélite, onde ao redor do Oriente ela poderia transmitir ao vivo e a cores as mortes de milhares de mulheres e crianças iranianas. Afinal seria um ataque fulminante do ocidente contra o "eixo do mal".
A Globo, que enviou o Bonner até aos E.U.A para transmitir a vitória do Romney, também deve estar decepcionada, acho eu. Pois se o Obama fosse derrotado, ela acharia um jeito de colar isto ao Lula e a Dilma para ensair alguma derrota pra cima deles em 2014.
O "Yes we can" da campanha vitoriosa do Obama funcionou bem por lá. Mas, a campanha derrotada do Serra, através da revista Veja, que copia descaradamente a do Obama não funcionou por aqui.

terça-feira, 6 de novembro de 2012

Mensalão tucano + Privataria tucana = Bonde super tucano

Agora é oficial, o mensalão tucano já aparece no PIG. Se bem que de forma bem discreta. Ele será julgado pelo STF em 2013, se for julgado. E o PSDB agradece, pois em 2013 não tem eleições e isto de certa forma pode evitar que o PSDB afunde de vez na areia movediça.
Não foi o que aconteceu com o "mensalão" do PT, que foi em 2012, colocado na goela do STF pelo PIG logo no ano das eleições municipais.
Mas, o povo saberá discernir bem o que é o PSDB e por tabela o que é o PIG, quando perceber a diferença do tratamento que irá ser dado aos envolvidos do PSDB e mesmo que seja em 2013.
Afinal o povo poderá conhecer o jeito tucano de governar. Um partido que ainda apóia o Neoliberalismo que está fazendo com que as economias dos os E.UA. e Europa caiam. Um modelo operado por especuladores e bancos sem controle. Um Mercado que por sí só se "auto regula". Estamos vendo então o que é auto regulação: os mega-especuladores imobiliários americanos refinanciando e reimprestando a hipoteca de milhares de imóveis com parcelas e perder de vista e a juros baixos gerando uma imensa bolha especulativa sem lastro e uma Europa engesada pelo euro imposto pela Alemanha a custa dos sacrifícios dos outros países. Que bela auto-regulação.
Isso foi bom para ambas as partes, como diria o Russomano: para os bancos e para a Alemanha.
O povo, que foi o mais sacrificado em tudo isso, só enxerga nisto o Partido de Euro, pois se nas eleições ganhar a situação ou a oposição,  não muda o cenário devastador que se desenhou.
Agora, vejam abaixo alguns links que selecionei para manter acesa a chama do julgamento do PSBD em 2013, especialmente sobre currupção do PSDB no jornal DCI.

Mensão mineiro não tucano é do PSDB, do Conversa Afiana


Corrupção no PSDB, no DCI

http://www.rodrigovianna.com.br/plenos-poderes/lula-e-o-alvo-por-que-a-procuradoria-esconde-os-nomes-de-politicos-ligados-ao-psdb.html, do Escrevinhador


sábado, 3 de novembro de 2012

Valério é tucano

A nova fonte "fidedigna" contratada pela revista Veja é tucana. É isso mesmo, o Marcos Valério é tucano. Se não for preso, ele abastecerá a Veja com reportagens bombas contra o Lula. Vamos supor que se ele não for para a cadeia, até 2014 ele ajudará no golpe paraguaio que será osquestrado pelo PIG contra o Lula.
Depois dessas eleições, com a queda da Serra e do PSDB e o descrédito do povo em relação ao PIG, o Valério é a salvação. Como não encontraram nada nas latas de lixo do Haddad nem do Lula que pudessem incriminá-los agora eles vão tentar o golpe paraguaio via STF. O STF irá julgar, condenar e trancar o Lula na prisão perpétua para que ele não possa se candidatar a presidente. Com isto eles vão pra cima da Dilma para que ela também não consiga se candidatar e abrir caminho para o cambaleante Aécio, que perdeu o bonde.
E para relembrar um pouco sobre o esquema de corrupção do Marcos Valério na reeleição do FHC, vejam abaixo um recorte de jornal de 2007.

sexta-feira, 2 de novembro de 2012

Lula: caçado & cassado.

Depois da vitória devastadora do Lula nas eleições de 2012 e a confirmação da cura definitiva do câncer, agora o PIG que não pode contar mais com o PSDB e o STF laçou mais uma fonte "fidedigna". O Marcos Valério. É isto mesmo, acreditem. Agora o Valério, apesar do PGR já ter tido e sempre diz que ele é um jogador desqualificado, é a nova fonte da Veja. Nas próximas edições a Veja, em doses homeopáticas, só falará sobre o Lula no mensalão. E, é claro, acusará que ele sabia do mensalão.
É o golpe, o golpe paraguaio e o golpe pelo golpe. O Lula inclinou o Brasil para a esquerda e o Brasil não pode se inclinar à esquerda de jeito nenhum porque o PIG não quer.
O PSDB expulso das regiões do Sul/Sudeste para as do Norte/Nordeste é um golpe terrível para a direita paulista e por isso o golpe tem que ser dado de qualquer maneira.
O Lula agora, em se candidatando, ele ganha o que quiser e pode-se se dar ao luxo de criar postes aonde quiser que eles serão devidamente iluminados e eleitos.
Não isso não pode estar acontecendo, é um pesadelo terrível para o PIG, é um furacão de proporções gigantescamente devastadoras para a extrema direita. O golpe terá que ser dado antes que haja uma união dos países do novo Mercosul que estão todos inclinados à esquerda. Argentina, Uruguai, Equador, Bolívia, Venezuela, etc.
É só o Relator voltar da Alemanha que o PIG tentará pautar as dosimetrias do Zé Dirceu e do Genuíno e por fim decretar a prisão do Lula, que é o lugar onde ele jamais deverá sair como quer o PIG.
E se não for o Lula? Tem a Dilma. Que pesadelo para o PIG. O cambaleante Aécio perdeu o bonde. Já há uma fila de meia dúzia de presidenciáveis e o PIG já vê o cambaleante no fim da fila. Que pesadelo. Haja golpe.
E o Lula de eterno caçado, agora o PIG já quer cassá-lo para 2014.