segunda-feira, 31 de dezembro de 2012

A mídia inglesa pode não prestar, já a música

Segue abaixo dois vídeos com ícones da música inglesa. O primeiro á da Enya que muito bem representa os antigos druidas que os ingleses destruiram e o outro é da música progressiva do Pink Floyd.





sábado, 29 de dezembro de 2012

Edu desmascara o PIG inglês

A crítica do Financial Times tinha um motivo que era o de defender o lucro de seus especuladores na ciranda dos juros altos do Brasil e o endereço dessa crítica era para que a Dilma demitisse o Mantega.
Eu fico me perguntando se o Serra tivesse continuado o nefasto reinado de FHC, como estaria o Brasil.
Todos os bancos estatais privatizados e a Petrobrás sendo esfacelada pela Chevron.
Como a Dilma poderia estancar a veia aberta dos juros altos para a especulação financeira com os bancos estatais privatizados?
Para uma melhor compreensão do assunto, leiam abaixo os posts do Eduardo Guimarães e da Carta Maior.

The Economist e Financial Times apoiaram Serra em 2010

Não é de hoje que os governos progressistas que se instalaram no Brasil em 2003 e não saíram mais vêm sendo alvo de dois veículos específicos da imprensa européia, entre a qual são exceções em termos de visão crítica sobre o nosso modelo econômico.
O semanário inglês The Economist, recentemente quase que exigiu a demissão do ministro da Fazenda, Guido Mantega, por ter previsto que o crescimento brasileiro de 2012 seria superior ao que provavelmente será, e o diário Financial Times, também inglês, ridiculariza o ministro e a presidente Dilma também devido ao crescimento modesto da nossa economia neste ano.
O mais impressionante é que esses dois veículos estão entre os grandes defensores do modelo econômico que jogou o país em que estão sediados em uma situação econômica que faz a situação brasileira parecer um êxito muito maior do que de fato é.
Vale registrar, ainda, que a economia britânica mergulha em recessão. No primeiro semestre de 2012, o PIB do Reino Unido registrou a maior contração dos últimos três anos, caindo 0,7 por cento, devendo fechar o ano com recuo de 0,5%.
Como se não bastasse, em novembro foi registrado 8,3% de desempregados na Grã-Bretanha, maior índice registrado desde 1996. Tal nível de desemprego representa quase três milhões de pessoas.
Sim, o PIB brasileiro deve crescer entre um e um e meio por cento neste ano – o resultado dos últimos meses pode surpreender –, mas as condições sociais no país melhoram a cada ano, com nível recorde de população empregada e valorização da massa salarial.
Outro dado que, se não é o que interessa aos investidores, ao menos é o que interessa a 99,99% dos brasileiros: enquanto a pobreza e a desigualdade aumentam no Reino Unido, caem no Brasil.
Por fim, há sinais de reaquecimento na economia brasileira. Poucos negam que devemos crescer entre três e quatro por cento no ano que entra, enquanto que a economia inglesa deve continuar patinando por vários anos, ainda.
Você que quer se posicionar corretamente sobre o caso precisa entender a razão desses veículos para criticarem uma economia que, em termos práticos, está tendo resultados muito melhores que a britânica, guardadas, obviamente, as devidas proporções entre um país e outro.
The Economist e FT dão muito palpite sobre o Brasil porque os britânicos têm muitos interesses e negócios conosco, sobretudo no mercado financeiro, como bem lembrou o ministro Guido Mantega ao comentar que especuladores daquele país costumavam pegar empréstimos a juros baixos em países quebrados, nos quais os juros hoje são quase negativos, e investir o dinheiro aqui, onde as taxas de remuneração do capital eram estratosféricas.
Fica claro, portanto, que tem muito inglês perdendo dinheiro com a política brasileira de acabar com a agiotagem no país.
Aliás, como insinua o enunciado deste texto, a má vontade do jornal e da revista britânicos com Dilma começou antes de ela assumir a Presidência. Na última eleição presidencial, tanto The Economist quanto Financial Times, em editoriais, declararam apoio oficial a José Serra.
Com efeito, não foram só os jornais britânicos que ansiaram pela vitória de Serra. Empresas estrangeiras de petróleo, multinacionais, todo o capital internacional que perdeu espaços indevidos no Brasil durante a era Lula apoiou o tucano contra Dilma em 2010.
Confira, abaixo, matéria do Estadão que mostra que não há nada de novo na disposição dos veículos britânicos em relação ao grupo político que governa o Brasil, ainda que a mídia brasileira tente passar a ideia de que há razões sérias para as críticas deles.
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RENTISTAS UIVAM LÁ, A MATILHA LATE AQUI 
As aplicações do' Sloane Robinson', um dos dez maiores fundos hedge do mundo e dos mais antigos de Londres, vão fechar o ano com saldo de US$ 2,5 bilhões. Em 2008, o fundo especulativo acumulava ativos de US$ 15 bilhões. O 'Sloane' esfarela. Sua rentabilidade despencou 17% no ano passado; afundará mais 2%  em 2012. Não é um caso isolado. Rentistas de todo o mundo sofrem os reveses  da implosão  neoliberal agravada pelo fim da farra nos países emergentes-- Brasil entre eles. Sua passagem pelo país incluía ganhos triplos: na arbitragem dos juros (maiores aqui, remunerando captações a um custo menor lá fora); na diferença cambial entre a data de ingresso e a da saída, uma vez que o próprio tsunami especulativo forçava a valorização do Real, garantindo conversões vantajosas para o dólar na despedida; e, finamente, na jogatina 'rapidinha' nas bolsas, sem nem dispor de ações próprias, alugando carteiras junto a bancos. A obstrução da pista principal do circuito, a dos juros, derrubados a fórceps pelo governo Dilma, melou o resto do passeio, prejudicado ainda pela queda nos mercados acionários.O rendimento médio dos fundos hedges este ano, segundo a Reuters, será 50% inferior à variação dos índices de ações dos mercados emergentes, que deve crescer apenas 5% frente a 2011, contra 450% entre 2003/2007. É quase o fim de uma era. É desse pano de fundo que soam os vagidos em inglês contra o governo Dilma, ecoados de gargantas midiáticas profundamente comprometidas com as finanças desreguladas. Caso da The Economist, que pediu a cabeça do ministro Mantega, na semana passada--caninamente saudada pelo seu back vocal em português; e a do Financial Times, desta semana, cujo blog faz referencias deselegantes ao país e a  sua Presidente (leia reportagem de Marcelo Justo, de Londres; nesta pág). Como acontece quando as matrizes entram  no cio numa matilha, os uivos locais elevaram seus decibéis na última 4ª-feira. Coube  à 'Folha' cravar o latido mais alto da praça, em editorial em que pede 'reforma geral nas prioridades nacionais'.


terça-feira, 25 de dezembro de 2012

A última cartada de Serra


O Serra tirou um coelhinho da cartola para estragar de vez com os planos do cambaleante Aécio ao Palácio do Planalto. E o nome desse coelhinho é Geraldo Alckmin.
Eu disse que o Serra não ia vender barato o segundo lugar para prefeito de São Paulo e nem que ele estaria morto após as eleições. Ele, assim como o Lula,  respira política se bem que de lados opostos.
Quando ele perde uma eleição sai de cena, adormece, mas logo desperta.
Como lá em São Paulo é o QG do PIG ele provalmente já articulou bor baixo do pano como os devidos grão-pig-tucanos essa nova cartada.
E deixa bem claro que ele e o cambaleante Aécio não se bicam. Ele está dizendo ao cambaleante Aécio que o PSDB não tem candidato oficial ainda, que ele tem a grana em São Paulo, que ele tem o QG do PIG nas mãos, que o FHC não manda nada, que ele vai levar o Alckmim nas costas até as prévias e finalmente que é o Secretário de Saúde de São Paulo.
Portanto Aécio, você só tem Minas e o Serra tem São Paulo e o PIG e agora o Alckmim. Só falta o Datafolha colocar já nas próximas pesquisas o Alckmim na sua frente.
Acho que agora só lhe resta uma saída: Ou você muda de partido ou você muda de partido.
O PSDB é de São Paulo. Uma hora se candidata o Alckmim outra hora o Serra e vice-versa.
O Lula disputou com Serra e depois com Alckmim. A Dilma disputou com o Serra e agora disputará com o Alckmim.

sábado, 22 de dezembro de 2012

Desemprego em 4,9 %, Maia peita o Supremo e o Serra ressuscitou: é o fim do mundo

O Brasil sai na frente neste grande evento do fim do mundo. O Corinthians campeão do mundo, o  desemprego cai para 4,9%,  Marco Maia peita o Quincas Barbosa e o Serra vai ser Secretário de Saúde de São Paulo. É o fim do mundo.
E ainda o Quincas Barbosa nega pedido de prisão imediata dos condenados do "mensalão".
Serra e Quincas Barbosa estragaram o Natal do Aécio e do PIG.
Nem Zé Dirceu, nem João Paulo irão para a cadeia; é o fim mundo.
Na era FHC, a economia ia mal e o povo pior. Na era Lula, a economia ia bem e o povo também. Na era Dilma, a economia mundial patina e o Brasil e o povo vão bem. É o fim do mundo.
Os maias estavam certos; em 2012 fecha-se um ciclo, mas o Brasil abre outro.

terça-feira, 18 de dezembro de 2012

O STF não teria que ser o primeiro a proteger a Constituição? Se não, eu estou com o Maia

Se o Supremo achar que tem que desrespeitar a Constituição, então estamos vivendo numa Supremocracia.
Parece que: ou o relator Joaquim Barbosa não gosta de ler a Constituição de 1988 ou de algum modo ele se sente acima do que está escrito e quer rescrevê-la ao sabor do momento como se achando uma espécie de deus da "justiça".
O artigo 55, inciso VI onde se refere a condenação de Deputados e Senadores é claro: a perda do mandato será decidida pela Câmara ou Senado

Constituição Federal de 1988

Inciso VI.
“-art.55. Perderá o mandato de Deputado ou Senador:
VI. que sofrer condenação criminal em sentença transitada em julgado.”
 Art. 55. Perderá o mandato o Deputado ou Senador:
§ 2º - Nos casos dos incisos I, II e VI, a perda do mandato será decidida pela Câmara dos Deputados ou pelo Senado Federal, por voto secreto e maioria absoluta, mediante provocação da respectiva Mesa ou de partido político representado no Congresso Nacional, assegurada ampla defesa.

Quer dizer, o STF rasgou a parágrafo 2º do artigo 55 da Constituição Federal de 1988.
Se isso não for Supremocracia, se isso não for golpe, então o que é?
Estou com o Marco Maia em não acatar a decisão do STF sobre a cassação automática dos deputados João Paulo Cunha (PT-SP), Valdemar Costa Neto (PR-SP) e Pedro Henry (PP-MT).

domingo, 16 de dezembro de 2012

A volta triunfal de Dilma e Lula

 

As pesquisas do Datafolha de hoje dizem tudo: Dilma e Lula vencem no 1º turno. É a voz do povo, a voz das urnas. Uma realidade surpreendente e chocante para o PIG. Parece a confecção de um bolo, quanto mais bate mais cresce.
Isso já era sabido e é por isso que o PIG quer pô-lo na cadeia. Com ele na cadeia, seria um problema a menos para daí bater somente na Dilma.
Curioso é que o Datafolha faz uma miscelânia de 04 candidatos de sua preferência embolados no 3º lugar; a Marina, o Aécio, o Barbosa e o Serra como se estivessem alí aguardando alguma tsunami econômica para terem alguma chance.
É a volta triunfal de Dilma, que esteve na Europa. É a volta triunfal de Lula, escorraçado pela mídia.
Ele recebeu um prêmio internacional Catalunha de combate a fome,  o que lhe rendeu R$ 210 mil. A oposição irá dizer que é lavagem de dinheiro é claro.

sábado, 15 de dezembro de 2012

Mais um golpe que foi pro saco: quem com ferro fere...

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Fotos extraídas do site Brasil247
O grande ator global José de Abreu fez valer aquela frase "quem com ferro fere, com ferro será ferido" onde sujere que as últimas denúncias mentirosas de Marcos Valério podem ter sido compradas, ou ser preferirem, devidamente encomendadas pelo PIG e oposição.
É que um passarinho lhe contou que tudo isso custou R$ 17 milhões para que o Marcos Valério fizesse as tais denúncias.
No seu twitter, Zé de Abreu diz que um tal advogado afirma que setores do empresariado, da oposição e o próprio dono da Veja, o Civita, fizeram uma vaquinha para que fossem plantadas essas denúncias contra o Lula.
Como tenho dito em posts anteriores, isso tem nome. É Lula2014.
Depois que o Lula deixou a presidência, ele desembarcou em São Paulo, trouxe nas costas um poste iluminado chamado Haddad e o elegeu prefeito de São Paulo. Elegeu também vários postes iluminados Brasil afora e aí o PIG sentiu o golpe.
Agora o PIG que acha que o Lula irá se candidatar novamente, parte para cima dele com falsas denúncias só para ver se consegue emplacar alguma abominação lulista no povo, mas experimenta o mesmo veneno agora com possibilidade de ser acusado de crime de calúnia e difamação.

Leiam a reportagem do Brasil247

quinta-feira, 13 de dezembro de 2012

A 'maldição' da revista The Economist

 Rede Brasil Atual

A 'maldição' da revista The Economist

Por: Flávio Aguiar, para a Rede Brasil Atual
A 'maldição' da revista The Economist
Guido Mantega, desafeto da revista que quer o Brasil unicamente como o paraíso dos especuladores financeiros (Antonio Cruz/ABr)
Parece coisa de tragédia grega. Com uma arrogância neocolonialista, dias atrás a prestigiosa revista The Economist pediu a cabeça do ministro da Fazenda, Guido Mantega, devido ao desempenho do PIB brasileiro, tido como fraco.
O pedido animou todos os comentaristas ortodoxos dentro e fora do nosso país, pois junto com ele vinha o “diagnóstico” de que aquele desempenho tinha a ver com a excessiva intervenção do governo na economia. Pedia a revista que o governo, intervindo menos, liberasse o “espírito animal” do setor privado no Brasil. Não sei o que a revista entende por “espírito animal”. Mas se há um lugar onde ele tem andado à solta é a Europa.
Desde aquela tirada da revista, entretanto, uma maldição parece ter caído – ou se renovado – sobre o continente europeu. A saber:
1 - O primeiro ministro italiano Mario Monti anunciou que pretende renunciar logo após a votação do novo orçamento “austero” pelo Parlamento em Roma, provocando a antecipação das eleições nacionais de abril para fevereiro. Motivo: Silvio Berlusconi, o “imorrível”, anunciou que pretende disputar o cargo novamente, e que seu partido, o “da Liberdade” retiraria o apoio a Monti logo depois daquela votação.
Monti, (im)posto no cargo pelas lideranças ortodoxas da Europa – Angela Merkel à frente –, disse que isso equivalia a um voto de desconfiança, pondo sua maioria no Parlamento em perigo, daí o anúncio da renúncia. Para azar da The Economist, o nome mais provável para vencer as eleições é o do ex-comunista Pier Luigi Bersani, do Partido Democrático (PD), que faria uma coalizão com o Partido da Esquerda Ecológica e da Liberdade, o que também poderia incluir Monti.
O PD deu sustentação às reformas propostas por este último, mas certamente imporia uma visada mais social e menos ortodoxa à política econômica do governo italiano. Outra alternativa para o PD seria o atual prefeito de Florença, Matteo Renzi, apontado como um quadro de renovação na política italiana. Berlusconi já se declarou contrário aos planos de “austeridade”, e até mesmo contra o euro.
2 - Na Inglaterra, pátria da revista, as coisas não vão bem.  Os economistas ortodoxos esperavam um crescimento baixo, mas crescimento, de 0,7% no PIB deste ano. Segundo o ministro das Finanças, George Osborne, vai haver uma retração de - 0,12%. Como se não bastasse, o maior banco britânico, o HSBC, entrou em acordo com a promotoria federal norte-americana para pagar 1,9 bilhão de dólares como indenização por práticas ilegais.
Quais práticas? Bom, boa parte da mídia vem dando destaque a operações de transferência de dinheiro para contas do Irã, Líbia (ao tempo de Ghaddafi), Burma, Sudão, Irã e até Cuba, todos países cujas transações são fiscalizadas duramente ou proibidas nos Estados Unidos. Mas há outros destaques, bem mais incômodos: lavagem de 881 milhões de dólares para dois cartéis de drogas mexicanos, inclusive o Sinaloa, visto como o mais poderoso do mundo e também dos mais sanguinários; aceitação de 15 bilhões de dólares de depósitos suspeitos(sem origem clara) oriundos de países como Rússia, México e Colômbia; transferências de dinheiro para e do Saudi Al Rajhi, banco saudita que sabidamente operou e opera fundos da Al Qaeda.
A direção britânica do banco diz que essas operações envolvem apenas o ramo norte-americano. Assim mesmo, o prestígio do banco está lá embaixo, embora suas ações tenham subido na bolsa de Londres. Claro: o anúncio da indenização substitui a possibilidade de o banco ser processado. Tal processo, segundo o assistente da promotoria Lanny Breuer, poderia levar o banco a perder sua licença para operar nos EUA, “desestabilizando” o sistema bancário mundial.
Ou seja, os investidores no banco puderam respirar aliviados, porque, afinal de contas, como apontou o comentarista Glenn Greenwald, do The Guardian, o banco está acima da lei. Ademais, a indenização de US$ 1,9 bi representa pouco mais do que um mês do lucro mundial do HSBC (21,9 bilhões de dólares em 2011).
3 - Ainda na Inglaterra, o anúncio da indenização a ser paga pelo HSBC (além de um acordo de cinco anos de monitoramento de suas atividades por parte do fisco norte-americano e de uma comissão independente) coincidiu com novas prisões relacionadas ao escândalo da manipulação da taxa Libor e a notícia de que o estatizado (em consequência dessas denúncias) Northern Rock Bank começou a pagar 270 milhões de libras a clientes que se sentiram prejudicados pela manipulação.
4 - Atravessando o Canal da Mancha, o poderoso e ortodoxíssimo Banco Central Alemão anunciou que está reduzindo suas expectativas de crescimento da economia do país para 2012 e 2013, o que põe a Alemanha diretamente na alça de mira da recessão “austera” que devasta a Europa. Ao mesmo tempo, na quarta-feira o Deutsche Bank, um  dos ícones da economia do país, foi atingido por uma devassa da polícia e do fisco, com a detenção de cinco altos funcionários, inclusive de um membro de sua diretoria, Jürgen Fitschen.
A operação foi cinematográfica, com dezenas de carros da polícia parados diante de uma das sedes do banco, em Frankfurt, e 500 policiais e fiscais saindo dela com malas de documentos, computadores aprrendidos, etc. Acusações: sonegação fiscal mais manipulação escusa dos certificados de emissão de carbono, desses que países e empresas do mundo desenvolvido podem comprar para formar um fundo de preservação ambiental nos países em desenvolvimento.
5 - Ainda deste lado do Canal, a mídia noticiou que França e Alemanha entraram num acordo sobre a atuação do Banco Central Europeu no sentido de fiscalizar o sistema bancário do continente, apertando o controle sobre ele. Levado à reunião dos ministros da área financeira da União Europeia, ele foi aceito nesta quinta-feira (13). Por seus termos - amaciados pela Alemanha - mais de 200 bancos europeus entrarão no microscópio do B. C. E. para escrutínio a partir de janeiro de 2014.
Decididamente, as coisas não vão bem para o universo ortodoxo da The Economist. A economista Maria da Conceição Tavares, com seu faro acurado, analisou na Carta Maior que o pedido atrabiliário e bilioso da revista tinha por objetivo favorecer a candidatura de Aécio Neves em 2014. Pode ser, mas não é tudo. O pedido veio dias antes do “Fórum pelo Progresso Social: escolher o crescimento; sair da crise”, organizado em Paris pela Fundação Jean Jaurès e pelo Instituto Lula, com a participação da presidenta Dilma Rousseff, do presidente François Hollande, do ex-presidente Lula, do ex-primeiro ministro francês Lionel Jospin e do próprio ministro Guido Mantega. Digamos que o fórum não foi propriamente uma apoteose para as ideias ortodoxas da revista, que já naufragaram na América Latina, na Ásia e estão fazendo água nos Estados Unidos e na Europa.
Certa vez, num dos tantos levantes armados que agitaram a história do Rio Grande do Sul, a que chamamos de “revoluções”, o caudilho maragato Honório Leme teria mandado  uma mensagem a seus superiores: “Estamos sob fogo do inimigo, batendo em retirada e com pouca munição. Tirando isto, está tudo bem”.
Glosando a mensagem, a The Economist poderia dizer: “Temos muita munição, não vamos bater em retirada, apesar do fogo do inimigo. Mas as coisas não estão nada bem”. Não estão mesmo. E não vi a revista pedir a cabeça de nenhum ministro aqui na Europa.

quarta-feira, 12 de dezembro de 2012

PIG oficializa o golpe: agora o trio Valério, Cachoeira e Policarpo serão os mocinhos e o Lula, o bandido

Futuro governador de SP

Agora é oficial, o PIG finalmente vê nas denúncias mentirosas de Marcos Valério atingindo o Lula,  como o passaporte para o golpe supremo. E o golpe tem nome: Lula2014. Pode ser tanto para presidente como para governador de São Paulo. Como o PIG já considera a Dilma potencialmente reeleita, então sobra um Lula governador de São Paulo.
Aliás, o Lula pode se candidadar a qualquer coisa que ele ganha. Contudo, pelo PIG,  se o Lula ganha o trabalho deles é fazer com que o Lula não leve e vá apodrecer na cadeia e com a oposição sumida no pedaço, o PIG está no lugar dela fazendo seu trabalho de tentar impor alguma abominação lulista no inconsciente coletivo.
O PIG agora está encorajado pelo STF a acusar sem o tal dominio do fato, ou melhor, acusar sem provas. Isso lembra a Inquisição e o PIG parece que gosta deste método e agora se junta a calhordas como fonte para requentar manchetes acusatórias sem provas e sem limites.
Tudo indica que o trio parada dura Marcos Valério, Cachoeira e Policarpo se juntaram ao PIG e vão tripudiar nas calúnias contra o Lula e o PT. A que ponto que chegou nossa imprensa.
Não colou o caso Rosemary Noronha onde que o PIG chegou a dizer nas entrelinhas que ela seria amante do Lula.
Enfim, levou pelo menos 7 anos para o Marcos Valério dizer que o Lula foi beneficiando no "mensalão" e para que não tenha dúvida de inidoneidade deste cidadão, veja abaixo sua participação do mensalão do PSDB, oficialmente no Wikipédia.

Mensalão tucano

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Mensalão tucano, também denominado mensalão mineiro e tucanoduto, é o escândalo de peculato e lavagem de dinheiro que ocorreu na campanha para a eleição de Eduardo Azeredo (PSDB-MG) - um dos fundadores, e presidente do PSDB nacional - ao governo de Minas Gerais em 1998, e que resultou na sua denúncia pelo Procurador Geral da República ao STF, como "um dos principais mentores e principal beneficiário do esquema implantado",[1] baseada no Inquérito n.o 2280 que a instrui, denunciando Azeredo por peculato e lavagem de dinheiro [2]
O valerioduto tucano foi um esquema de financiamento irregular—com recursos públicos e doações privadas ilegais—à campanha à reeleição em 1998 então governador mineiro e atual senador Eduardo Azeredo (PSDB), montado pelo empresário Marcos Valério[3]
Novas apurações devem envolver, entre outras, cinco pessoas ligadas à Cemig (estatal de energia mineira), quatro à Comig (estatal de infra-estrutura mineira, atual Codemig), uma à Copasa (estatal de saneamento mineira) e dois à gráfica Graffar, que teriam desviado recursos da Cemig para a campanha de Azeredo.[3]
Em denúncia apresentada dia 20 de novembro de 2007 ao Supremo Tribunal Federal, o Procurador Geral da República denunciou que o esquema criminoso, que veio a ser chamado pela imprensa de "mensalão tucano", foi "a origem e o laboratório" do episódio que ficou conhecido como Mensalão.
"Vários delitos graves foram comprovados, sendo que parte deles integra a presente imputação, enquanto os demais deverão ser apreciados nas instâncias adequadas."
"Além disso, inúmeras provas residentes nestes autos reforçam o já robusto quadro probatório que amparou a denúncia apresentada no bojo do Inquérito n.o 2245 (Mensalão)."
"A inicial penal em exame limitar-se-á a descrever os delitos que tiveram o comprovado envolvimento do Senador da República Eduardo Azeredo e do Ministro de Estado Walfrido dos Mares Guia, bem como os crimes intimamente a eles vinculados." [1]
Antonio Fernando denunciou 15 políticos por peculato e lavagem de dinheiro e afirmou que o esquema montado pelo publicitário Marcos Valério Fernandes de Souza para injetar dinheiro público na campanha do tucano Eduardo Azeredo (PSDB-MG) foi "o laboratório" do mensalão nacional - cuja denúncia foi aceita pelo STF, em quase sua totalidade, em agosto de 2007. As investigações atingem o secretário do governador mineiro tucano Aécio Neves, pré-candidato do PSDB à presidência da república em 2010.[4]
Segundo a denúncia do Procurador Geral da República, ficou claro que o modus operandi dos fatos criminosos apurados nos processo do mensalão teve a sua origem no período da campanha de Eduardo Azeredo (PSDB-MG) para Governador do Estado de Minas Gerais no ano de 1998". p. 4 [1]
Embora negue conhecer os fatos, as provas colhidas desmentem sua versão defensiva. Há uma série de telefonemas entre Eduardo Azeredo, Marcos Valério, Cristiano Paz e a empresa SMP&B, demonstrando intenso relacionamento do primeiro (Eduardo Azeredo) com os integrantes do núcleo que operou o esquema criminoso de repasse de recursos para a sua campanha.p.26 [1]
Em 3 de novembro de 2009, Azerevo começou ser julgado no Supremo Tribunal Federal. Em 3 de dezembro de 2009, por cinco votos contra três, o plenário do Supremo Tribunal Federal decidiu abrir ação penal contra o senador Eduardo Azeredo (PSDB-MG) e torná-lo réu por envolvimento em um esquema de caixa dois durante sua campanha para reeleição ao governo de Minas Gerais, em 1998, que ficou conhecido como mensalão mineiro.

sábado, 8 de dezembro de 2012

O delírio arrogante do The Economist

"Look at me now"
Curioso. Quando o Brasil era a República das bananas colonizada do FHC, a mídia internacional destinava pouco ou quase nenhum espaço ao Brasil, até porque naquela época o Brasil estava quebrado e os barões das superpotências fingiam que não sabiam onde era o Brasil. Até hoje, por pura arrogância,  alguns ainda acham que a capital do Brasil é Buenos Aires. E não esqueçam que perante aos E.U.A o estado do Amazonas não existe. Esta área, segundo eles, é uma área internacional.
Agora que o Brasil alcançou um patamar maior a partir do governo Lula, começa a chamar e faz tempo, muita atenção no cenário internacional e isto já causa um certo incômodo no meio geo-político-econômico mundial.

Como eles acham que ainda somos colonizados, vem o Economist querer demitir o ministro Guido Mantega por causa do índice do PIB. A resposta da presidente ainda foi bem educada, pois no fundo mesmo ela queria falar um belo palavrão.
Afinal, que merda eles tem para nos ensinar ou dar palpite, uma vez que que eles já estão lá?
Eles têm muito mais a aprender vindo aqui do que nós indo para lá.

Peço desculpa ao Governo, ao Google e aos leitores pelo palavrão, mas ás vezes não dá para segurar.

Vejam algo sobre o tema no Nassif

quarta-feira, 5 de dezembro de 2012

Energia barata: o boicote do PSDB e a nova agenda




A imagem acima, do Blog Cidadania, diz tudo. Não precisava dizer mais nada, mas vou dizer.
É um verdadeiro boicote contra o povo. A conta de luz que poderia ficar 20 % mais barata, mas pelo desejo do PSDB e do PIG, cairá para 16 %. O PIG também comemora, pois as manchetes enfatizam que o desconto será menor e que a presidente não poderá cumprir o prometido, sem fazer menção ao cartel oposicionista das Elétricas.
Foi bem rápido a demonstração neoliberal da nova agenda: tudo pelo boicote e o povo que se exploda. O Serra está rindo agora. Afinal ele já está vendo a candidatura natimorta do cambaleante e titubeante Aécio. Desse jeito não vai precisar nem de mensalão do PSDB no STF; danou-se.
E o povo saberá julgar essa "nova agenda" nas urnas.

terça-feira, 4 de dezembro de 2012

FHC lança Aécio presidente com uma "nova agenda".

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Senhoras e senhores; a nova agenda será o governo de Fernando Henrique Cardoso revisitado. Olhem o mapa do Brasil todo furado

FHC, um eterno ciumento arrogante do Lula, lança "democraticamente" o cambaleante Aécio como candidato a presidente do PSDB em 2014. Em seu eterno e solitário discurso de dizer a todo momento que o Brasil acabou ele diz que o minerin bebin representa uma "nova agenda" para o Brasil. O engraçado é que o cambaleante Aécio não assume isso totalmente e titubeia, ou seja, ele não veste bem a camisa de candidato a presidente pelo PSDB. Então ele passa a ser o cambaleante e titubeante Aécio. É como se ele tivesse perdido o bonde.
Será que não contaram isso ao Serra? E como fica ele? Eu não o vi dando nenhuma entrevista sobre esse tema da "nova agenda". Ele, que ficou em segundo lugar no pleito a prefeitura de São Paulo, certamente acha que ainda tem bala na agulha para ser candidato.
Quanto ao símbolo da "nova agenda" o Brasil aparece todo furado, parecido com uma peneira. Será esta a idéia?
E agora tremei. Vamos imaginar, se o Serra deixar, um Brasil presidido pelo cambaleante e agora titubeante Aécio Neves. Tremi....
A primeira coisa que irá acontecer serão as voltas do mensalão e da privataria tucana. Só aí já iriam  pro buraco a Petrobrás, a Caixa e o Banco do Brasil. Só aí iria pro brejo o controle dos juros, que o FHC acaba de criticar que ainda estão muito alto. Ele esqueceu que no governo dele os juros chegaram aos 48% anuais.
Sua irmã, a Andréia Neves, seria a ministra da Casa Civil. Tremi...
O Neoliberalismo vai voltar com toda a força: um Estado mínimo, mas mínimo mesmo e um deus mercado máximo com tudo devidamente privatizado, fatiado, embrulhado, lacrado, parado, estagnado, etc.
Ah. e tem mais; o FHC ainda é um colonizado. Vocês acreditam que ele vai consultar nada mais nada menos que o boçal Bill Clinton para dar algumas idéias sobre a "nova agenda".
É que o FHC fez um discurso ONU em 1999, da choradeira dos quebrados, pedindo aos líderes dos EUA e Europa, que criassem uma espécie de CPMF mundial para salvar o Brasil da fuga de capitais especulativos.
Bill Clinton (então presidente dos EUA), Tony Blair (Inglaterra) e Gerhard Schroeder (Alemanha) receberam mal a proposta.
Clinton passou um verdadeiro sermão em FHC, sugerindo que faltava CONFIANÇA, HONESTIDADE, eficiência e boa governança sob FHC. Enquanto isso, outros países resolveram estes problemas frente às crises, citando Chile e Uganda, como exemplos para FHC seguir.

E o FHC ainda tem a coragem de se consultar com este boçal.

Não, não vou mais prosseguir. Afinal isso foi só um devaneio.

OBS: as últimas 9 linhas foi um enxerto do blog Folha13





sábado, 1 de dezembro de 2012

Lula esnoba o PIG e vai viajar

Bye, bye PIG
Lula vai viajar para o exterior. A viagem, segundo sua assessoria, será para participar alguns eventos. Lula embarca dia 7 para Berlim, onde participará das celebrações do aniversário de uma confederação de sindicatos do setor metalúrgico da Alemanha. Nos dias 11 e 12, participa de um seminário em Paris, sobre a crise econômica mundial, evento promovido pelo Instituto Lula e pela Fundação Jean Jaurès. No dia 13, Lula estará em Barcelona para receber um prêmio pelo combate à pobreza e à desigualdade. Ele só retorna ao país em meados de dezembro.
Ele trará um saco cheio de medalhas e troféus para enriquecer seu Instituto. O PIG vai odiar.
É claro que a oposição dirá que essa viagem foi estratégica ou que ele quer fugir de alguma responsabilidade na "crise" inventada pelo PIG travestida de escândalo sobre o caso Rosemary Noronha. Escândalo cujo delator Cyonil pode ser também um participante do esquema.
O importante mesmo, para desespero do PIG, é que o Lula volta de viagem candidato a cadidato ao Governo de São Paulo e isto estragou a festa de fim de ano da oposição.
Ele pode escolher entre ser Senador ou Governador, mas a diferença entre Governador e Senador é que Senador não governa.
Portanto, desejo uma boa viagem ao Lula e um ótimo retorno a esta maravilhosa terra brasilis.